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 Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos

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Rogério Silva

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MensagemAssunto: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Dom Jul 06, 2014 8:44 am

Conto: Fraternidade

— Perfume gostoso, o seu — disse Saulo à sua irmã, Samara. Ela não lhe respondeu.
Samara era muito bonita, mas tinha uns dois dias que não falava nada. Era Sargento da Marinha, e trabalhava na Diretoria de Pessoal.
Desde o início da adolescência chamava a atenção pela sua beleza. Tanto que seu padrasto tentou estuprá-la algumas vezes. Na última vez, quando conseguiu, Saulo lhe deu uma paulada tão forte na cabeça que caiu, desacordado, sobre a enteada. Dois outros golpes lhe abriram o crânio. A têmpora sangrava aos borbotões, banhando Samara com todo aquele fluido quente. Saulo sentiu um estranho prazer naquilo.
Saulo estendeu a mão à irmã, triunfante, e a tirou dali. A mãe dos gêmeos retornava do trabalho, e ao ver o filho de catorze anos com um bastão ensaguentado na mão direita, ficou estarrecida. Olhou a filha, encolhida ao lado dele, nua e coberta de sangue, segurando sua mão esquerda, e nem pode imaginar o que havia acontecido ali. Olhou o marido caído, o crânio aberto, e correu para ele.
— Saulo, o que você fez? Meu Deus do céu, o que você fez, menino? E você, Samara? O que você fez seu pai fazer?
Saulo olhou para a irmã e ambos souberam que não tinham mais lugar ali. Puxou-a e a colocou embaixo do chuveiro, mandando que se lavasse. Pegou todo o dinheiro que tinha guardado e roubou mais um pouco da carteira do padrasto. Jogou toalha e roupas em cima de Samara, passou a mão nos documentos que tinham, algumas mudas de roupa em duas mochilas, e se foram para a casa de uns tios na capital. Eles sabiam das investidas do padrasto em cima da jovem, malgrado as tentativas da mãe de escondê-las do resto da família.
Saulo era cinco minutos mais velho que Samara. Arrumou um emprego numa mecânica, mas a verdade sobre a morte do padrasto não demorou a chegar a seus tios. Com o dinheiro que tinha, podia alugar um quarto para ele e a irmã e terem o bastante para comerem e se vestirem.
Saulo era Delegado. Conduzia os inquéritos, mas era conhecido pelo ódio que tinha a estupradores. Era o encarregado da investigação dos crimes dos motéis. Eram chamados assim porque as vítimas, todas homens, eram encontradas nuas, deitadas de barriga para baixo, com um tiro na cabeça. Mas parecia que faltava um pouco de sangue. Esse detalhe deixava a polícia perdida.
Oito homens já tinham sido assassinados, num período de dois anos. Outro detalhe que ligava as vítimas é que todas eram Oficiais da Marinha. Boa parte deles era casada, e isso começou a causar um certo furor entre os homens do Oficialato Naval.
Saulo não se abria com seus, por assim dizer, amigos. Seu passado era desconhecido aos próximos, e igualmente enigmática era Samara. Ela era uma pessoa muito fechada, apesar da beleza de seus trinta e poucos anos. Falava pouco, mas encantava muito aos homens que serviam com ela.
Um deles, um Oficial Intermediário, pensou ter seduzido Samara. Casado, marcou encontro para uma quarta, depois do expediente. Samara o pegaria no carro dela, que nunca deixava no estacionamento do 1º Distrito Naval.
Na hora marcada, encontrou-se com o Tenente Paulo no local combinado, e seguiram para um motel. Ela ao volante, ele, ressabiado. As mulheres sempre pediam para ele entrar dirigindo. Mas não Samara. Ninguém tocava no carro dela, a não ser o mecânico de confiança. E seu irmão.
Pediram uma suíte com garagem, e Samara subiu na frente, com a chave. Abriu a porta, e entraram no quarto. Samara ficou por último, para trancar a porta.
Despiram-se e tomaram banho juntos, acariciando-se e sentindo a temperatura de seus corpos subirem. Deitaram-se na cama molhados mesmo, e Samara pediu que Paulo lhe desse prazer oral... Abriu-se para a boca daquele homem, gemendo aos estímulos dele.
Puxou carinhosamente a cabeça dele, e pediu que a penetrasse, o que ele fez, de muito bom grado. Começou a beijá-la e fazer o movimento rítmico da paixão, enquanto na garagem, o porta-malas do carro dela se abriu. Um homem saltou de dentro dele, e subiu a escada, com uma pistola na mão. Atarraxou a ela um silenciador, entrou no quarto e deu um tiro na cabeça do homem.
O sangue espirrou sobre Samara, que empurrou vagarosamente o homem de cima dela. Ficou sentada com as pernas dobradas ao lado dele, recebendo os esguichos do líquido viscoso e quente, esfregando-o no corpo todo, nos cabelos, e se masturbando com aquilo. Soltava longos urros de prazer e, sentindo o orgasmo próximo, virou-se para o assassino, e o chamou a possuí-la.
O homem tirou a roupa lentamente, saboreando ver aquela mulher maravilhosa se lambuzando com o sangue de sua vítima. Penetrou-a e quase imediatamente ejaculou, compartilhando o gozo com Samara, que o acompanhou. Sofria de ejaculação precoce, e esta era a única maneira que suas mentes doentias encontraram para alcançarem o clímax juntos. Um amor absurdo, fortalecido a cada uma das mortes que causavam.
Tomaram banho juntos; ambos perscrutando o corpo um do outro e vice-versa, procurando eliminar quaisquer indícios que se tornassem pistas. Ela já começava a contar os dias para a próxima vítima; seu corpo ainda tremia de prazer. Ele lhe lia os pensamentos, e sorria. Beijaram-se longamente, vestiram-se, pagaram a conta e saíram.
Assim que cruzaram o portão do motel, o assassino abriu o porta-luvas e tateou, procurando por algo. Encontrou: um pequenino botão fez com que as placas girassem, sendo substituídas por outras, verdadeiras. O homem encomendaria outras placas no dia seguinte, para repôr as que já haviam sido usadas.
Samara acordou com o som da tevê na sala. O âncora do jornal anunciava mais um dos crimes de motel. Mais uma vítima; mais outra família desfeita. O Tenente Paulo deixava esposa e um filho pequeno.
— E o pessoal da polícia, Saulo? Não sabe de nada?
— Nada — ele respondeu, secamente —. Vamos sair em meia hora.
Samara sabia de uma coisa: seu irmão não entendia as necessidades de tempo de uma mulher. Para ele, todo movimento parecia ser planejado. Todo passo era meticulosamente calculado e executado. Se Saulo não fosse policial, seria um ladrão perfeito.
Samara desembarcou do carro em frente à entrada do trabalho, e subiu para seu andar. Começou a cuidar de seus afazeres, quando foi chamada pelo Oficial de Serviço.
— Pois não, chefe — Apresentou-se, fazendo sentido e continência.
— Sargento Samara, o Almirante Josélio está lhe chamando. Dois andares abaixo. Pode ir.
— Sim, senhor!
Desceu dois lances de escada e logo depois entrava no gabinete. Apresentou-se formalmente, e o Almirante, um Oficial General da reserva, mandou que ela entrasse. Disse-lhe que queria que ela servisse com ele, como tecnóloga de Informática do gabinete. E então, cometeu um dos seus últimos erros. Samara aceitou, já sabendo quem seria sua próxima vítima.
Um mês e meio se passou, e o Almirante Josélio foi enterrado com honras militares. Não houve crime desta vez: apenas o coração do homem, que já tinha uma idade mais avançada, não suportou o fogo de Samara. Mas o Comandante Santos, Oficial de Inteligência, já suspeitava que havia algo de errado com aquela mulher. Samara, apesar de toda a discrição, não conseguiu deixar de instigar os instintos dele.
Santos tinha um colega de turma que era da Polícia Federal. Telefonou para ele, e lhe transmitiu suas suspeitas. Seu amigo lhe disse que estavam atarefados por causa da Copa, mas que, assim que tivessem alguém, mandar-lhe-ia segui-la. Santos, claro, não acreditou e resolveu que ele mesmo faria suas investigações, mesmo sem ter poder de polícia.
Mais uma razão empurrava Santos a tomar suas providências: o Tenente Paulo era seu amigo desde a infância. Paulo tinha entrado na Escola Naval dois anos após Santos, e este tinha lhe ajudado muito a se adaptar à nova vida. Além disso, Santos era padrinho de casamento dele, e prometeu à viúva que a ajudaria, no que pudesse, a cuidar do seu filho.
Samara entrou no seu carro ao final do expediente. Saulo o dirigia. Santos saiu do prédio e caminhou, seguindo-os pela calçada. As obras perto do Distrito Naval tornavam o trânsito caótico. No seu entorno, àquela hora, cobrir-se-ia uma distância maior, caminhando. Além do mais, Santos, por sua função e credencial de segurança, tinha acesso ao endereço dela.
A partir da Avenida Rio Branco, o trânsito começava a fluir melhor. Santos pegou um táxi, e começou a seguir Samara. Foram em direção à zona sul da cidade. Moravam no Catete, mais próximo ao Largo do Machado.
Santos os viu parar num posto na rua Bento Lisboa. Um homem desceu. Devia ser o irmão dela, Saulo. Ele entrou na loja de conveniência, enquanto ela seguiu viagem. Santos mandou que o taxista continuasse a segui-la. Pararam quando a viram entrar num prédio da rua do Catete. Santos pagou e saltou, procurando um lugar para se sentar.
— Vamos subir, companheiro — uma voz lhe perguntou. Ele se virou e viu o homem que tinha saltado no posto. Saulo abriu a jaqueta e lhe mostrou a arma. Apontou-lhe o caminho do prédio com um rápido movimento da cabeça, colocando a mão sobre a arma.
Samara lhes abriu a porta do apartamento, espantada. Ambos entraram, e Saulo empunhou a arma. Mostrou uma poltrona na sala para Santos, que se sentou. Deu uma rápida olhada em volta: o lugar parecia muito normal. Mobília barata, como se não pretendessem morar ali indefinidamente. Um piso branco de cerâmica fechava o ambiente, dando uma necessária queda de temperatura nos verões do Rio de Janeiro.
Samara pediu licença e foi ao banheiro. Da sala, podia-se ouvir claramente: estava vomitando. Saulo queria ir em direção à irmã, mas tinha de manter Santos sob a mira de sua arma. Perguntou a ela, aos berros, se estava tudo bem. Samara lhe respondeu que sim... e vomitou de novo.
Pouco tempo depois, ela reapareceu na sala. Saulo mandou que Santos tirasse toda a roupa, e sacou um silenciador do bolso. Atarraxou-o ao cano da pistola. Samara se despiu, e começou a acariciar Santos. Ele a afastou. Saulo encostou o silenciador na sua têmpora direita.
— Tu não acha minha irmãzinha gostosa, não, porra? Tu vai comer ela... Ela quer dar pra você!
Santos deixou que ela o tocasse, ficando excitado. Samara, percebendo, habilmente começou a fazer sexo oral nele, e sentou-se no seu colo, deixando-se ser penetrada. Puxou as mãos dele e as pôs nos seus seios, rebolando freneticamente. Sentiu que Santos estava próximo de explodir de tesão, e balançou a cabeça positivamente para Saulo, que fez o cérebro do Oficial se espalhar pela parede.
A mesma cena dantesca se repetiu: Samara urrando, se lambuzando e masturbando com o sangue quente que jorrava do ferimento fatal. Saulo se despiu, e novamente os dois chegaram ao clímax juntos, logo após ele a penetrar.
— Saulo — ela disse a ele. Ainda estavam ofegantes, deitados e abraçados no sofá da sala. O cadáver de Santos permanecia na poltrona.
— Que é?
— Tô grávida.
— O quê? Como?
— Porra Saulo? Como? Tá de brincadeira — perguntou-lhe. Fez uma pausa. Aconchegou-se mais ainda a ele, e lhe disse:
— Eu te amo, meu amor. Você é meu irmão, meu pai, meu amigo e meu protetor. Meu cúmplice. Meu homem, meu macho! Eu quero ter esse filho; ele é a minha prova de amor para você!
Saulo se levantou. Pensou no que a irmã havia acabado de lhe dizer. Ela o seguia com o olhar, perplexa com seu afastamento repentino.
A mãe. A mãe não os defendeu. Defendeu o padrasto. Eles comeram o pão que o diabo amassou porque a mãe os largou no mundo. A culpa era da mãe. Tudo aquilo era culpa da mãe. E Samara agora era mãe. Não podia ser mãe. Mãe abandona. Mãe se vira contra mim. Samara vai me abandonar. Ela não pode. Ela é minha, não é de mais ninguém. Ela não pode ir embora. Ela tem de ficar comigo. Tem de ficar aqui! Não posso dividir meu amor com ninguém. Ela é minha. Meu amor. Minha!
Dois dias depois, uma enorme poça com o sangue coagulado de Santos e Samara estava no chão de boa parte da sala. As marcas dos pés descalços de Saulo eram manchas brancas naquele piso carmim escuro. O cheiro dos cadáveres em decomposição começava a dominar o apartamento. O delegado se levantou da cama, e veio para a sala.
Respirou fundo e falou:
— Perfume gostoso, o seu — disse à sua irmã. Ela não lhe respondeu.


Última edição por Rogério Silva em Seg Jul 07, 2014 5:40 pm, editado 2 vez(es)
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Patricia Souza
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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Seg Jul 07, 2014 12:59 am

Muda o tema, muda o gênero, mas não consigo fugir da sanguinolência de vcs!! D;

Incrível teu conto, Rogério! Estou aqui até agora perplexa e tremendo da complexidade do teu personagem, e olha que é MUITO difícil passar isso em uma história tão curta! Há bastante material aí a ser explorado para virar um incrível livro policial!

Aliás, minha única ressalva é essa, fugiu um pouquinho dos gêneros propostos (Sci-fi ou fantasia), de resto tá EXCELENTE (sim com letras garrafais e amigáveis!) Very Happy

Ansiosa para mês que vem! Wink
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Tammy Marinho

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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Seg Jul 07, 2014 6:08 am

Personagens super bem trabalhado em especial o Saulo.
Temos aí um Édipo mal resolvido que resultou num ódio matriarcal o que foi super bem trabalhado.
Concordo que não consegui enxergar os gêneros propostos, mas ainda sim é um ótimo trabalho.
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Rogério Silva

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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Seg Jul 07, 2014 6:58 am

Gente, provavelmente, entendi mal... O tema, para mim, era Irmãos Assassinos, mas não ficava preso à fantasia... De qualquer maneira, há um pequeno detalhe na cena final: os nomes dos três personagens começam com a letra "S". Portanto, SSS. Não que eu acredite em infernos e demônios, mas quis passar que SSS=666, ou seja, "algo mais" agia ali.
Explica, mas não justifica. Erro de entendimento meu, e lhes peço desculpas. Mas valeu pelo exercício.
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Carol Rodriguez

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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Seg Jul 07, 2014 12:22 pm

Cara, genial! Fiquei simplesmente chocada com o final, me pegou de surpresa, coisa que é raro. Eu só queria pedir para que colocasse espaço entre os parágrafos, fica mais fácil de ler, não cansa a vista e mais bonito também q.

Então, um dos temas é Irmãos Assassinos, porém, o subgênero é sci-fi ou fantasia.
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Je Henrique

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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Seg Jul 07, 2014 1:59 pm

putz kra ficou foda (falei q ia ver mesmo assim) bom o q eu tinha pra dizer tds ja disseram :v :v
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Rogério Silva

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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Seg Jul 07, 2014 5:33 pm

Tammy Marinho escreveu:
Personagens super bem trabalhado em especial o Saulo.
Temos aí um Édipo mal resolvido que resultou num ódio matriarcal o que foi super bem trabalhado.
Concordo que não consegui enxergar os gêneros propostos, mas ainda sim é um ótimo trabalho.

Muito obrigado! Apesar de ser leigo, procurei mostrar o aspecto da psicopatologia deles.
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Rogério Silva

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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Seg Jul 07, 2014 5:35 pm

Je Henrique escreveu:
putz kra ficou foda (falei q ia ver mesmo assim) bom o q eu tinha pra dizer tds ja disseram :v :v

Obrigado, Je! Mas, veja: se eu posso escrever, qualquer um com um mínimo de talento pode!
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Rogério Silva

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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Seg Jul 07, 2014 5:37 pm

Carol Rodriguez escreveu:
Cara, genial! Fiquei simplesmente chocada com o final, me pegou de surpresa, coisa que é raro. Eu só queria pedir para que colocasse espaço entre os parágrafos, fica mais fácil de ler, não cansa a vista e mais bonito também q.

Então, um dos temas é Irmãos Assassinos, porém, o subgênero é sci-fi ou fantasia.

Carol

Fico feliz que tenha gostado (e sido surpreendida! Eheheheheeh...). A estória surgiu completa na minha cabeça, e precisei descarregá-la o mais rápido possível. Vou tentar colocar espaços entre os parágrafos depois, prometo!
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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Ter Jul 08, 2014 10:07 am

Patricia Souza escreveu:
Muda o tema, muda o gênero, mas não consigo fugir da sanguinolência de vcs!! D;

Incrível teu conto, Rogério! Estou aqui até agora perplexa e tremendo da complexidade do teu personagem, e olha que é MUITO difícil passar isso em uma história tão curta! Há bastante material aí a ser explorado para virar um incrível livro policial!

Aliás, minha única ressalva é essa, fugiu um pouquinho dos gêneros propostos (Sci-fi ou fantasia), de resto tá EXCELENTE (sim com letras garrafais e amigáveis!) Very Happy

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Patricia

Por favor, me desculpe por só lhe responder agora. Afinal, você foi a primeira pessoa que escreveu!
Perdão pela sanguinolência, mas o tema (Irmãos Assassinos) não seria como descrever uma brincadeira de criança, não? Só tenho uma coisa contra mim mesmo: não prestei atenção à necessidade de seguir um subgênero...  Sad 
Este não é o tipo de texto que estou acostumado a escrever. Na verdade, acho-o até um pouco doentio! Ainda assim, foi ótimo poder escrevê-lo, e exorcizar alguns dos meus "demônios" interiores. É bom saber que sou capaz.
Obrigado pela oportunidade!

Rogério
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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Qua Jul 09, 2014 12:58 pm

Bom, li seu texto e o admirei na forma como expõe sua narrativa, bem construtiva e detalhada. O tema foi abordado com excelentíssimo papel, amei os personagens e suas personalidades doentias. Embora tenha fugido do subgênero, mas já li que foi sem intenção. Pois bem, existe alguns erros de concordâncias e o fato do espaçamento realmente atrapalha na leitura, deixando-a mais cansativa. Não da pra falar muito diferente dos comentários já feitos.

Gostei muito, um grande passo para uma grande historia, uma dupla e tanto. Aborde todos os crimes em um livro, com certeza vai dar certo.
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Indy J

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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Qua Jul 09, 2014 3:21 pm

Putz, vou ser mais chato. Posso?
SEGUINTE: achei o seu enredo interessante e certamente inusitado, mas não passou nem perto do subgênero proposto (fantasia ou sci-fi), embora tenha seguido à risca um dos temas. Mas tinha que ser fantasia ou ficção pô :/
Seu início e o decorrer narrativo como um todo achei muito corrido, não me engrenou. Aliás, as descrições foram muito "contando", como num relatório, que "mostrando", como numa narração.

DEPOIS DOS TAPAS: certeza que se você pegar esse tino pra construção de personagem e história, jogar no gênero proposto e trabalhar na desenvoltura narrativa, pronto: um texto impecável.

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Rogério Silva

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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Qua Jul 09, 2014 3:33 pm

Ademar Ribeiro escreveu:
Bom, li seu texto e o admirei na forma como expõe sua narrativa, bem construtiva e detalhada. O tema foi abordado com excelentíssimo papel, amei os personagens e suas personalidades doentias. Embora tenha fugido do subgênero, mas já li que foi sem intenção. Pois bem, existe alguns erros de concordâncias e o fato do espaçamento realmente atrapalha na leitura, deixando-a mais cansativa. Não da pra falar muito diferente dos comentários já feitos.

Gostei muito, um grande passo para uma grande historia, uma dupla e tanto. Aborde todos os crimes em um livro, com certeza vai dar certo.

Ademar Ribeiro

Obrigado pela sua opinião. O texto foi escrito com espaçamento 1,5, mas a importação para cá o simplificou. Não sei como resolver isso, a menos que fique dando "ENTER" no fim de cada parágrafo. Se alguém aqui souber me ensinar como resolver esse problema, ficarei grato.
Sobre erros de concordância, por favor, pode apontá-los, que eu os corrigirei, se existirem. A princípio, não detectei nenhum...  Sad 
Finalmente, sobre abordar os crimes num livro: não sou muito bom para escrever sobre crimes e mistérios... Mas aceitaria uma parceria!
Abraços!
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Rogério Silva

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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Qua Jul 09, 2014 3:40 pm

Indy J escreveu:
Putz, vou ser mais chato. Posso?
SEGUINTE: achei o seu enredo interessante e certamente inusitado, mas não passou nem perto do subgênero proposto (fantasia ou sci-fi), embora tenha seguido à risca um dos temas. Mas tinha que ser fantasia ou ficção pô :/
Seu início e o decorrer narrativo como um todo achei muito corrido, não me engrenou. Aliás, as descrições foram muito "contando", como num relatório, que "mostrando", como numa narração.  

DEPOIS DOS TAPAS: certeza que se você pegar esse tino pra construção de personagem e história, jogar no gênero proposto e trabalhar na desenvoltura narrativa, pronto: um texto impecável.

Smile
Indy J

Obrigado pela sua opinião. Seu post, para mim, aparece repetido.
Conforme eu escrevi (algumas vezes), não vi que era necessário seguir o subgênero, mas aceitarei uma desclassificação por não ter seguido as regras, ainda que sem má-fé.
Sobre ser ou não um relatório: bem, meu estilo é esse. Para mim, isso é narrativa; é a minha maneira de contar a estória. Eu a vejo como um filme, e a descrevo, tentando passar ao leitor as imagens, sem no entanto tirar sua liberdade de as imaginar.
Trato o leitor como eu sou: limitado, precisando de orientação. Eu creio que ele deva ver o que eu visualizo. Claro, cada um tem seu estilo, mas nada me impede de aprender o que você tiver para ensinar. Meu objetivo é melhorar sempre.
Abraços
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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Qua Jul 09, 2014 4:05 pm

Claro, uai, cada um tem seu estilo. Digo só que esta execução me impediu de engrenar dentro da trama, saca?
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Tammy Marinho

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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Qua Jul 09, 2014 5:19 pm

Rogério Silva escreveu:
Indy J escreveu:
Putz, vou ser mais chato. Posso?
SEGUINTE: achei o seu enredo interessante e certamente inusitado, mas não passou nem perto do subgênero proposto (fantasia ou sci-fi), embora tenha seguido à risca um dos temas. Mas tinha que ser fantasia ou ficção pô :/
Seu início e o decorrer narrativo como um todo achei muito corrido, não me engrenou. Aliás, as descrições foram muito "contando", como num relatório, que "mostrando", como numa narração.  

DEPOIS DOS TAPAS: certeza que se você pegar esse tino pra construção de personagem e história, jogar no gênero proposto e trabalhar na desenvoltura narrativa, pronto: um texto impecável.

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Obrigado pela sua opinião. Seu post, para mim, aparece repetido.
Conforme eu escrevi (algumas vezes), não vi que era necessário seguir o subgênero, mas aceitarei uma desclassificação por não ter seguido as regras, ainda que sem má-fé.
Sobre ser ou não um relatório: bem, meu estilo é esse. Para mim, isso é narrativa; é a minha maneira de contar a estória. Eu a vejo como um filme, e a descrevo, tentando passar ao leitor as imagens, sem no entanto tirar sua liberdade de as imaginar.
Trato o leitor como eu sou: limitado, precisando de orientação. Eu creio que ele deva ver o que eu visualizo. Claro, cada um tem seu estilo, mas nada me impede de aprender o que você tiver para ensinar. Meu objetivo é melhorar sempre.
Abraços

Concordo sobre manter a liberdade do leitor ser melhor para a narrativa.
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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Qua Jul 09, 2014 5:23 pm

Indy J escreveu:
Claro, uai, cada um tem seu estilo. Digo só que esta execução me impediu de engrenar dentro da trama, saca?

Indy J

Meu caro, infelizmente, se você não for um pouco mais específico, não serei capaz de entender. Poderia, por favor, explicar-me melhor?
O que posso lhe dizer é que se eu começar a descrever demais, para mostrar, vou me tornar MUITO tedioso. Eu me conheço. Aprendi a ser um pouco mais sintético a duras penas, para evitar prolixidade. Mesmo assim, me atenho a detalhes, ora aqui, ora ali, para criar uma atmosfera.
Gostaria de lhe pedir a gentileza de me explicar seu ponto de vista, se possível, com exemplos.
Obrigado!
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Indy J

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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Qua Jul 09, 2014 5:50 pm

Beleza, ó:
"Desde o início da adolescência chamava a atenção pela sua beleza. Tanto que seu padrasto tentou estuprá-la algumas vezes"
Aqui, eu entendo o que ela sofreu, mas não porque eu tirei uma conclusão, mas porque foi jogado pra mim que o padrasto fazia/tentava fazer. Entende? Sim, foi objetivo, claro e descritivo, mas faltou emoção, saca? Identificação com os personagens.
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Rogério Silva

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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Qua Jul 09, 2014 6:20 pm

Indy J escreveu:
Beleza, ó:
"Desde o início da adolescência chamava a atenção pela sua beleza. Tanto que seu padrasto tentou estuprá-la algumas vezes"
Aqui, eu entendo o que ela sofreu, mas não porque eu tirei uma conclusão, mas porque foi jogado pra mim que o padrasto fazia/tentava fazer. Entende? Sim, foi objetivo, claro e descritivo, mas faltou emoção, saca? Identificação com os personagens.
Indy J

Obrigado, ficou bem mais fácil de entender. Mas... intencional. A passagem que você citou foi a maneira que encontrei de dizer que não compactuo com esse tema de modo algum (violência contra a mulher). Como fazer isso de forma sutil? Sutileza... num estupro? Se fosse consentido, não seria estupro. Portanto, a melhor maneira de dizer foi jogar mesmo, para chocar, porque é isso: condenável! Um homem feito, estuprando uma menina de catorze anos?
Se não concordo com isso de maneira alguma, esse tipo de emoção não será por mim despertada e, muito menos, alimentada. Curiosidade, então, nem pensar! É o tipo de emoção que dispenso.
Tenho uma cena igual no livro que escrevi, mas era o estupro de uma mãe de família por dois homens. Comecei a escrever a cena, e aquilo me deu uma revolta tão grande, que dei um jeito para que não se consumasse. Sinceramente? Acho que fui feliz. Repito: não quero despertar essas emoções, nem a elas dar espaço. Bom-mocismo? Não sei, não me preocupo com isso.
Os personagens foram sendo construídos ao longo do texto: um pouco aqui, outro ali... até que a loucura de Saulo explode no final (remetendo ao início), convivendo numa situação que é, no mínimo, absurda. O conto não se prende muito às emoções, mas sim ao aspecto doentio deles e de seu relacionamento.
Mas entendi seu ponto... espero que entenda o meu! E isto não significa que esteja fechado a outros comentários.
Mais uma vez, obrigado.
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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Qua Jul 09, 2014 6:25 pm

Cada um tem seu estilo de leitura/escrita. Nem sempre iremos agradar a todos. xP

Rogério Silva escreveu:
Patricia

Por favor, me desculpe por só lhe responder agora. Afinal, você foi a primeira pessoa que escreveu!
Perdão pela sanguinolência, mas o tema (Irmãos Assassinos) não seria como descrever uma brincadeira de criança, não? Só tenho uma coisa contra mim mesmo: não prestei atenção à necessidade de seguir um subgênero... Sad
Este não é o tipo de texto que estou acostumado a escrever. Na verdade, acho-o até um pouco doentio! Ainda assim, foi ótimo poder escrevê-lo, e exorcizar alguns dos meus "demônios" interiores. É bom saber que sou capaz.
Obrigado pela oportunidade!

Rogério

Rogério, está perdoado! :v

Mas que não se repita!! :v :v :v
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Estela Goldenstein

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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Qua Jul 09, 2014 8:59 pm

Espera q o sangue espirrou em mim rs... eu gostei da trama, ficou bem amarradinha, mas vc precisa ser mais camarada com seu leitor... quase fiquei sem ar aqui!
Foi bem corajoso com as abordagens familiares!
Parabens
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Rogério Silva

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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Qua Jul 09, 2014 9:22 pm

Estela Goldenstein escreveu:
Espera q o sangue espirrou em mim rs... eu gostei da trama, ficou bem amarradinha, mas vc precisa ser mais camarada com seu leitor... quase fiquei sem ar aqui!
Foi bem corajoso com as abordagens familiares!
Parabens

Estela Goldenstein

Obrigado pelos parabéns... mas confesso que não entendi o que seria ser mais camarada com o leitor. Achou o ritmo rápido? Foi isso? Tentei fazer algo interessante, ainda que num passo acelerado. Gosto da narrativa assim.
Sobre "abordagens familiares", bem, o tema era "irmãos" e "assassinos"! Não tinha como fugir disso... e me desculpe se o sangue espirrou aí, mas eles não são vampiros: são doentios!
Abraços.
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Rogério Silva

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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Qui Jul 10, 2014 7:05 pm

Tammy Marinho escreveu:
Rogério Silva escreveu:
Indy J escreveu:
Putz, vou ser mais chato. Posso?
SEGUINTE: achei o seu enredo interessante e certamente inusitado, mas não passou nem perto do subgênero proposto (fantasia ou sci-fi), embora tenha seguido à risca um dos temas. Mas tinha que ser fantasia ou ficção pô :/
Seu início e o decorrer narrativo como um todo achei muito corrido, não me engrenou. Aliás, as descrições foram muito "contando", como num relatório, que "mostrando", como numa narração.  

DEPOIS DOS TAPAS: certeza que se você pegar esse tino pra construção de personagem e história, jogar no gênero proposto e trabalhar na desenvoltura narrativa, pronto: um texto impecável.

Smile
Indy J

Obrigado pela sua opinião. Seu post, para mim, aparece repetido.
Conforme eu escrevi (algumas vezes), não vi que era necessário seguir o subgênero, mas aceitarei uma desclassificação por não ter seguido as regras, ainda que sem má-fé.
Sobre ser ou não um relatório: bem, meu estilo é esse. Para mim, isso é narrativa; é a minha maneira de contar a estória. Eu a vejo como um filme, e a descrevo, tentando passar ao leitor as imagens, sem no entanto tirar sua liberdade de as imaginar.
Trato o leitor como eu sou: limitado, precisando de orientação. Eu creio que ele deva ver o que eu visualizo. Claro, cada um tem seu estilo, mas nada me impede de aprender o que você tiver para ensinar. Meu objetivo é melhorar sempre.
Abraços

Concordo sobre manter a liberdade do leitor ser melhor para a narrativa.

Tammy

Desculpe-me. Só agora vi seu post. Eu não sei muito bem o que é manter a liberdade do leitor. No caso indicado pelo Indy J, não achei apropriado ficar descrevendo as emoções de uma jovem recém-entrada na puberdade sendo estuprada pelo padrasto. É a primeira pessoa que deveria defendê-la... E a intenção foi ser curto e grosso, mesmo.
De qualquer maneira, existe alguma liberdade para o leitor imaginar como e com o que ela se vestiu, quando Saulo jogou-lhe as toalha e roupas. Ou quais eram o carro e sua cor. O nome do motel? Onde ele era? Detalhes, a meu ver, irrelevantes para a estória.
Sinceramente, eu vejo a estória como um filme na minha cabeça, e assim a descrevo. Tenho a intenção de participar de oficinas de criação literária, porque sei que posso melhorar, e muito! Só me falta o tempo... Se um dia conseguir dispensar meu emprego para me dedicar mais, não tenha dúvida que que o farei. Até lá, aceito dicas de quem sabe!
Abraços!
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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Sex Jul 18, 2014 11:17 am

vcs e seus contos sangrentos, tem uma competição a mais aqui no grupo pelo jeito!

Gostei muito do seu conto, acho q a trama foi bem construída e a linguagem bem apropriada, tirando o fato de estar fora do gênero proposto (que já foi mto bem explicado), não tenho nada a acrescentar!

Parabéns
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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   Sex Jul 25, 2014 9:30 am

Estela Goldenstein escreveu:
vcs e seus contos sangrentos, tem uma competição a mais aqui no grupo pelo jeito!

Gostei muito do seu conto, acho q a trama foi bem construída e a linguagem bem apropriada, tirando o fato de estar fora do gênero proposto (que já foi mto bem explicado), não tenho nada a acrescentar!

Parabéns

 Embarassed Embarassed Embarassed 

Muito obrigado, Estela Very Happy  Very Happy  Very Happy . Prometo que, da próxima vez, olharei o gênero E o subgênero. E tentarei ser menos sangrento... Eheheheheheheheh...
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MensagemAssunto: Re: Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos   

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Conto: Fraternidade - Tema: Irmãos Assassinos
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