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 Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos

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Caio Biolcatti
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MensagemAssunto: Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos    Dom Jul 27, 2014 11:06 pm


Pela terceira vez desde que estavam naquela posição, uma brisa errônea os atingira de leve, brincando com os pelos do braço de Sebastian e esvoaçando os cabelos escarlates de Stephany, liberando os odores agradáveis dos óleos aromáticos que usava. Sebastian levantou os olhos para a irmã, e não se conteve em admirá-la. É claro que ela trajava uma roupa propícia para a situação, as calças negras e largas e a camisa púrpura e justa, sem faltar-lhe a majestosa capa azul-marinho com bordados dourados. Essa vestimenta impedia uma noção precisa de todas as curvas que a garota possuía, mas Sebastian as tinham bem visualizadas na memória. Ele também sabia que em suas costas, escondido agora pela capa, encontrava-se um dragão negro, que fora tatuado há dois anos. Stephany não havia tirado os olhos do mapa que estudava, mas perguntou mesmo assim:

- O que há de tão especial em mim que é mais importante do que o território inimigo?

Sebastian deu um sorriso seco e tornou os olhos para a grande planície que se estendia em sua frente, com um castelo prateado bem mais a frente, quase desaparecendo junto ao Sol. O rapaz cerrou o olhar e sua íris, antes azul, adquiriu um tom vermelho-alaranjado, como se estivessem pegando fogo. Sebastian conseguia elevar o nível de seu olho tricromata, como de todos os outros humanos, para o nível de tretacromata, permitindo a ele enxergar uma gama de cores que os outros não enxergavam. Imediatamente, seu campo visual parecia ser outro, e ele não pôde deixar de sorrir com a mudança da paisagem. Ele conseguia enxergar os raios de sol sendo absorvidos pelos cloroplastos da planta, conseguia ver o rastro cromático que os guardas do palácio deixavam em sua marcha Real e, principalmente, conseguia ver pelo menos umas 50 vezes mais longe do que o normal, posto que seus olhos captavam raios luminosos com maior frequência e comprimento. Sua vista autêntica continuou a buscar, a buscar e a buscar, até que...

- Achei! – Gritou ele, eufórico. Stephany sorriu (o que era relativamente raro) e se aproximou dele. – Aproximadamente três quilômetros daqui está a Ponte Real, que dá acesso às proximidades do Palácio. Eles estão com uma tenda prateada lá, têm o símbolo real.

- Você viu algum deles?

- Não... Não! Espere! Sim, estou vendo. – Ele apertou a visão um pouco mais, e sorriu logo em seguida. – Estou vendo o príncipe Dorian.

A garota bufou impaciente.

- Dorian não me interessa. Eu quero ela. – Disse em meio a um rosnado, e Sebastian sorriu sarcasticamente. Claire, a princesa, era uma Elfa poderosa e certa vez chegou a enfrentar Stephany cara a cara. Verdade seja dita, Sebastian intimamente sabia que sua irmã era muito mais poderosa que ele. Aliás, não só mais poderosa do que ele, mas como a feiticeira mais poderosa que ele já encontrara. Mas Claire, uma Elfa, foi capaz de lutar de igual para igual com sua irmã, até que ela decidiu fugir. É claro que Sebastian disse à sua irmã que ela vencera, uma vez que a oponente fugira, mas ela não acreditava nisso, e com razão. Não há vitória alguma em deixar o oponente fugir. Ela não fora capaz de acabar com ela e, pior: Se Claire não tivesse fugido, ela não sabia qual das duas sairia vitoriosa. – Dessa vez vai ser diferente. Definitivamente diferente. Ela vai morrer antes que tenha tempo de tocar naquela aljava ridícula.

- Claro que vai ser diferente, eu estarei com você dessa vez.

Sua irmã bufou:

- Não é exatamente na sua ajuda que eu estava pensando, não é... Obsidias? – Chamou ela, com um sorriso sádico no rosto. Quando ele abriu as asas, Sebastian não pôde deixar de sentir como se o sol fosse ser engolido e que toda a luz do mundo fosse ser expurgada. Obsidias, o Dragão Negro de Stephany, estava deitado há alguns metros atrás deles, com seus 20 metros de comprimento impedindo que a grama abaixo crescesse.

A verdade é que quando Sebastian disse que seria diferente por ele estar ali, ele não estava mentindo. Há, no mundo, várias espécies, dentre elas os Elfos, que eram a raça real, algumas outras comuns, como as Fadas e os Homens, e cria que surge do cruzamento dessas últimas duas: os Feiticeiros – vide Stephany e Sebastian. Os Feiticeiros tinham a libertinagem, a perspicácia e a voracidade dos homens, mas também tinham a graça, a sabedoria e a magia de uma fada. Eles eram criaturas perigosas e, portanto, censuradas pelos Elfos. Durante anos sua mera existência fora proibida e quando finalmente conseguiram o direito de existir, eram forçados a regular sua magia para que não fossem capazes de causar o que eles chamam de “cataclismos”.  É claro que os Elfos detêm o controle do planeta, e a palavra deles é a lei. Mas nem todos se apavoram com a lei.

Sebastian e Stephany são gêmeos bivitelinos e sempre foram prodígios, desde criança. Com sete anos de idade, Sebastian explodiu uma galinha só de apontar para ela. Com seis anos, Stephany explodiu quatro galinhas só de olhar para elas. Os dois nunca aceitaram as restrições impostas pelos Elfos, e praticam às escuras o máximo que podiam aprender de pergaminhos e inscrições antigas em pedras. Foi o dia em que leram sobre as Raças Selvagens, porém, que toda a ideia da rebelião surgiu na cabeça deles. Os Dragões e as Fênix, as duas criaturas mais poderosas que já habitaram o planeta. Indomáveis, eles habitam os cantos mais remotos do planeta, longe de quaisquer civilizações, mas não porque as temiam, simplesmente as achavam tediosas. Nenhuma criatura que ousou tentar domá-los sobreviveu para contar a história, mas nenhum deles era proficiente em magia. Sebastian e Stephany eram, e havia uma lenda. Ah, havia! Rezava a lenda que, na época que o planeta ainda era governado por deuses, os dois deuses mais poderosos do mundo eram rivais, e um deles montava uma Fênix, enquanto o outro montava um Dragão. Os dois deuses, muito espertos, moldaram uma espada cada um, forjadas pelos ferreiros mais competentes do mundo: A Espada Dourada, feita para matar qualquer Fênix, e a Espada Púrpura, feita para matar qualquer Dragão. E foi assim que os dois deuses mataram à criatura um do outro, se dando conta da besteira que fizeram logo em seguida. Jurando que esse fato jamais se repetiria na história, eles jogaram as espadas no fundo de um Vulcão, onde nenhum ser jamais seria capaz de pegar. É claro que na época ainda não existiam Feiticeiros.

Durante sete anos, os dois irmãos aventuraram-se aos confins do mundo atrás das Espadas, e quando finalmente as conquistaram, encontrar seus alvos não foi nada fácil.  Ainda estava fresco na memória de Sebastian aquela noite. A noite em que ele achou que perderia sua irmã. Sim, era noite. Uma noite de estrelas cadentes...

”Sebastian estava deitado de bruços no chão, o sangue lhe escorria por um ferimento na perna. A espada dourada estava há três metros de distância dele, provavelmente caíra depois da explosão que o atingiu. Não que tê-la fizesse muita diferença. Em sua avidez por achar um Dragão e uma Fênix, em seus rituais proibidos que lançou conjuntamente à sua irmã, ele não esperava que esse cenário fosse concretizar-se diante de seus olhos como acontecia naquele momento: Um Dragão e uma Fênix, ambos sobrevoando o solo arenoso em que se encontravam.

As espadas não funcionaram da maneira que eles acharam que funcionariam. De fato, elas causavam dano às criaturas, mais dano do que a magia deles, mas não era o bastante. A lenda dizia que eram usadas por deuses, não por Feiticeiros, é claro que a intensidade não seria a mesma. Então era isso? Acabaria ali? Ele não podia aceitar isso, mas tampouco podia mover seu corpo. Com muito esforço, levantou a cabeça e focalizou sua irmã, ajoelhada de costas para ele, os cabelos caindo em cascata por seus ombros. Ela ainda detinha a Espada Púrpura, talvez ainda houvesse esperança. Não... Eles eram muito fortes. Fortes demais. Não era algo que pudessem fazer explodir com um olhar. Estranhamente, Sebastian estava quase morto, mas não sentia medo. Sentiu medo quando olhou para sua irmã e a viu caída, curvada, derrotada. Talvez porque estava tão acostumado a crer que, quando tudo estava dando errado, Stephany resolveria. Stephany, o prodígio entre os prodígios. Stephany, a Rainha das Magas. Stephany, a Única. Ela era chamada até mesmo de Titania*, embora nem uma fada fosse. Todos os epítetos que a irmã recebera, ele jamais sonhou em roubar-lhe, apenas desfrutava de ser o fiel companheiro dela. Mas agora, quando nem mesmo a Feiticeira mais poderosa que já existiu podia resolver, ele sentiu-se apavorado. Ele entendeu o real significado da palavra “medo”, “pânico”.

Movendo a cabeça um pouco mais para cima, ele pôde vê-los: Obsidias, o Dragão Negro, e Fawkes**, a Fênix Escarlate. O Dragão parecia mais uma grande serpente alada, com escamas negras tão duras quanto o Diamante. A Fênix, aos olhos de Sebastian, era muito mais fascinante. Era feita de puro fogo e mesmo estando há pelo menos cinquenta metros acima dele, ele podia sentir o calor que seu bater de asas gigantescas emanava. Após seu corpo, noves caudas, todas feitas de chamas, tamborilavam no ar.  A Fênix, porém, além de bela era perigosa, e essas nove caudas subitamente se atiraram na direção de Stephany, todas chiando, clamando por fritarem até a última célula do corpo da Feiticeira. Sebastian abriu a boca em um “o” perfeito, e tentou gritar “Não!”, mas nenhum som saía. Cada vez mais as nove labaredas estavam próximas, e próximas, e próximas, e próximas, até que... BOOM! De repente eram só chamas, uma coluna imensa e maciça feita de fogo. Não um fogo comum, mas um fogo místico, totalmente vermelho, que queimava mesmo à distância. Uma lágrima fez menção de sair dos olhos do rapaz, mas evaporou em poucos segundos. Estava acabado, Stephany tinha virado cinzas, sua vida tinha virado cinzas. Não havia mais porque lutar. Ele fechou os olhos e relaxou a cabeça, aceitando que a morte enfim chegara. Mas ao fazer isso, o que ouviu foi um grande rugido, o que o forçou a abrir os olhos para perceber que o rugido não viera de quem ele esperava. Não do Dragão, nem da Fênix, mas da Feiticeira que estava de pé em meio às chamas, segurando uma Espada Púrpura em sua mão direita e uma Espada Dourada em sua mão esquerda. Uma fração do cérebro do rapaz preocupou-se em saber como ela havia convocado sua espada até ela, mas ele estava boquiaberto com a cena, ocupado demais com a performance de sua irmã para se importar com isso. Ela estava não só intacta, como invicta e absoluta.  Estava de braços abertos, mas ligeiramente inclinados para frente e para baixo, como se recebesse o poder que as chamas lhe ofereciam. As labaredas de fogo pareciam estar subjugas e sob o controle da Feiticeira, uma dança começava ao redor dela. E então ela começou a entoar:

- Ó Grandes Deusas da Glória, emprestai vossos poderes. Eu sou o sangue das Fadas, o sangue puro, eu sou o sangue dos Homens, o sangue astuto. Eu sou o sangue único, eu sou a mágica. Eu sou a Portadora das Espadas, sou aquela que ousa despertar vosso poder milenar...

Sebastian perdeu-se por um momento e parou de acompanhar a irmã, pois algo peculiar começava a acontecer. A Fênix e o Dragão pareciam, se é que isso é possível, amedrontados. Parecia que, pela primeira vez, se deram conta das armas que estavam bem ali diante deles. Os dois, então, interromperam seu voo e começaram a descer freneticamente em direção ao chão, rápidos como o vento. Mas já era tarde.

-… digna de tal de dom. Espadas Gêmeas do Extermínio Divino... DESPERTEM!

Durante uma terrível fração de segundo, que pareceu durar séculos, nada aconteceu. E aí, pela primeira vez em sua vida, Sebastian não reconheceu sua irmã. No exato momento em que ela deveria ser retalhada pelos dentes de Obsidias, ela saltou com uma graça inigualável, o ar parecia dançar com ela. Fawkes veio por cima, pretendendo incinerá-la com suas asas, mas Stephany simplesmente apontou e bradou:

- Fidicinas!

A Fênix pareceu chocar contra uma parede invisível e recuou uns bons dez metros, enquanto a Feiticeira pousava com leveza no chão. Nunca antes a Magia dela estivera tão sólida, tão poderosa. Aquele era um feitiço simples de expulsão, e se nem mesmo magias avançadas funcionaram contra as criaturas anteriormente, por que um feitiço básico como aquele funcionaria? E Sebastian entendeu. Não era o feitiço que havia mudado, mas sim o conjurador da Magia. Stephany estava irreconhecível. Havia nela uma aura de poder que nunca antes existiu. Seus olhos pareciam opalas; brilhavam com todas as sete cores do arco-íris. O Dragão avançava vorazmente em direção à ela, e dessa vez ela nem se deu o trabalho de desviar. Ela pulou na direção dele também, por cima de sua boca, e caiu sentada em sua coluna, vem atrás de suas asas. A Espada Púrpura emitiu uma luz colossal, capaz de cegar aquele que olhasse diretamente para ela. E Stephany não hesitou, sabia exatamente o que fazer... ”


- Sebastian! – Exclamou sua irmã.

- Oi! – Respondeu ele o mais rápido que pôde. – O que foi?

- Vamos.

- Vamos o quê?

- Atacar, oras!

- O quê? Agora? Tipo, já?

- É claro. Já estivemos coletando informações por mais de uma semana, estou farta. E Obsidias também está, não está, bebê? – O “bebê” de 20 metros rosnou em resposta. – Queremos ver o fogo dançar hoje.

Sebastian suspirou por um momento. É claro que Stephany não estava pedindo permissão, era ela quem decidia tudo, mas ela estava sondando para saber se ele estaria preparado o suficiente para começar aquilo sem que desse trabalho ou preocupação à ela no meio da operação. Ele acenou com a cabeça algumas vezes.

- Pelo menos essa será a última, não é?

- A última o quê?

- Guerra. – Respondeu Sebastian. – Quer dizer, finalmente um pouco de paz, não é? Finalmente poderemos viver livres.

Stephany levantou as sobrancelhas.

- Livres? Paz? Em que mundo você vive, Sebastian? Nós vamos dizimar a Capital hoje, acabar com o nojento do Rei e toda sua corte, mas acha mesmo que vai acabar aqui? Olhe de novo para o campo! Todas as raças estão unidas contra nós, inclusive algumas Fadas!  Nossos próprios ancestrais estão aqui para defender as leis inescrupulosas do Rei Elfo e ter nossas cabeças. Aposto como aquela Elfa nojenta, Claire, deve ter espalhado que empatou um duelo comigo. Eles devem estar cheios de esperança. Mas o que ela não sabe, e nem pode imaginar, é o que sou capaz de fazer com Obsidias do meu lado.

Sebastian percebeu que ela mudara um pouco de assunto no final, e engoliu em seco. Talvez não tivesse entendido muito bem o que a irmã tentara dizer.

- Mas... Você está cansada, também, não está? Cansada de lutar, de... Matar?

- Cansada?! Cansada?! Sebastian olhe para mim. – Eles se encararam, olho a olho, e o garoto teve a sensação de estar paralisado. De tempos em tempos, a imensidão do poder da irmã ainda o assustava. – Ficar cansado é um luxo que não podemos nos dar. Depois que tomarmos a Cidade Real, o mundo inteiro vai se voltar contra nós. Tropas e mais tropas serão enviadas para nos caçar. E nós vamos matar e queimar cada um deles até que entendam que os Feiticeiros merecem um lugar nesse mundo, assim como qualquer outro.

Sebastian mordeu um lábio. Ele não concordava com o plano da irmã, mas sabia que era inútil discutir isso ali. Ele apenas acenou com a cabeça e virou a cabeça na direção do vento, que acariciou seus cabelos.

- Chame Fawkes. O sol está quase se pondo, é hora de começar. – E então ela conjurou no ar, do nada, sua relíquia, seu item mágico mais poderoso: a Espada Púrpura. O brilho estava opaco, é claro, mas quando o irmão imitou seu gesto e conjurou a Espada Dourada, ambas brilhavam intensamente, reconhecendo a presença uma da outra. – Vamos fazer isso juntos, mano.

Ele acenou com a cabeça mais uma vez, e assoviou. Não um assovio qualquer, mas um mágico, quase silencioso aos ouvidos humanos, mas reconhecíveis por criaturas especiais, como as Fênix, por exemplo. E, vindo do sul, a direção oposta ao palácio, um segundo Sol cruzava o céu como um cometa alado, irradiando um calor inigualável. Mesmo com toda a tensão do momento, Sebastian não pôde deixar de sorrir.

Fawkes não era nem de perto tão grande quando Obsidias, mas era majestosa e tinha uma graça ímpar. Seu pelo corpo devia ter, no máximo, uns oito metros de comprimento, contando com as longas nove caudas flamejantes. Ela cantou ao se aproximar, e aterrissou bem ao lago do rapaz, que já não mais se queimava com suas chamas. Ele estendeu o braço para acariciar sua cabeça, e voltou-se para Stephany.

- Vamos esperar até o amanhecer. Estamos mais poderosos do que nunca, mas eles também estão. Fawkes é mais poderosa durante o dia.

Stephany pareceu considerar o argumento.

- Amanhã, ao nascer do Sol. – E assim, Fawkes aconchegou-se próxima de Obsidias para dormir, e Stephany conjurou uma barraca para que eles dormissem. Quando Sebastian deitou e fechou os olhos, a porta de seus sentimentos abriu-se e eles invadiram seu corpo. Um misto de adrenalina, medo, esperança, receio. Ele já não sabia mais o que queria, muito menos o que fazer, mas era tarde demais para voltar atrás.

~*~
O Sol erguia-se imponente no horizonte, resplandecendo o Palácio Prateado ao fundo da imensa campina. Stephany já estava no pico do morro em que se encontravam, Obsidias ao seu lado, todo enrolado para que nenhuma parte de seu corpo caísse para fora do morro e pudesse ser visto pelo inimigo. A Feiticeira olhou para trás, e sorriu para o irmão quando este saía pronto da barraca.

- Finalmente. Vamos?

Fawkes abriu as asas ao lado do rapaz, e cada centímetro de seu corpo brilhou em chamas fulgurosas. Sebastian deu um meio sorriso, e concordou.

- Vamos. – E ao dizer isso, pôde sentir a tatuagem de Fênix em suas costas arder.

~*~

Embora já tivesse feito isso inúmeras vezes, Sebastian sentiu o costumeiro frio na barriga quando levantou voo montado nas costas flamejantes de Fawkes. Stephany já voava à frente, ligeiramente mais rápida. Ela segurava a Espada Púrpura com firmeza, e já era possível distinguir um brilho lilás sutil ao seu redor. Sebastian gostava de chamar isso de “Modo Chefão de Stephany”. Eles estavam acima das nuvens, mas Sebastian duvidava que massas de água e ar pudessem ofuscar o brilho de Fawkes. Stephany pareceu pensar a mesma coisa, pois se virou e gritou:

- Não adianta nos escondermos nas nuvens, isso só vai adiar a parte boa! Pronto?

- Pronto!

- Boa sorte, então!

E assim, Obsidias guinou para baixo subitamente, disparando feito um tiro em direção à terra. Sebastian respirou fundo dez vezes e sussurrou secretamente à Fawkes que, caso tudo desse certo, ele iria se livrar da Espada e libertar sua amiga para que ela escolhesse ser livre ou continuar com ele. Era triste saber que, apesar de sua “amiga”, ela estava com ele apenas por influência da magia da Espada Dourada. Entretanto, não era momento para aquilo, e ele também deu um tapinha em Fawkes, que entendeu a mensagem e desceu ávida ao chão, onde os pontos começaram a virar manchas, até que virassem poças de sangue, corpos, armas e feitiços.

Stephany já tinha feito um belo começo, por assim dizer: ao contrário das Fênix, os dragões não disparavam fogo puro pela boca, mas sim uma massa de chamas e substâncias desconhecidas que, ao entrar em contato com quaisquer materiais que não o vento, explodia. As primeiras linhas defensivas dos Elfos estavam estraçalhadas, os guerreiros todos carbonizados e deformados. Os Gigantes de Terra corriam do Leste e os Guerreiros de Fogo do Oeste. Do norte, mais e mais Elfos vindo. Stephany sobrevoava a região Noroeste, e ria de um modo quase sádico.

- Venham, Guerreiros do Fogo! Eu vou mostrar para vocês o verdadeiro Fogo!

Uma chuva de flechas voou na direção dela, mas como ela montava bem atrás das asas de Obsidias, elas faziam um bom escudo. As flechas eram repelidas pelas escamas do Dragão, inofensivas. Sebastian estava tão alheio assistindo ao espetáculo que esqueceu que sua presença também já fora notada, e várias flechas também voavam em sua direção, embora elas também não fossem problema algum para ele. Com um simples bater de asas, todas as flechas derreteram imediatamente. Mesmo de longe, os olhos tetracromáticos do rapaz permitiram que ele percebesse o pânico instaurando-se no rosto dos adversários. Ele voou em direção aos Gigantes de Terra, que há alguns anos teriam parecido ameaçadores para ele. Hoje, não mais do que pequenos incômodos. As Nove Caudas de Fogo de Fawkes chicotearam em direção aos nove primeiros Gigantes, e se enrolaram a eles como se fossem cobras prestes a dar o bote. O urro de dor invadiu a campina e Sebastian compreendia a razão: as chamas de Fawkes eram tão intensas que derretiam a pele dos Gigantes, ateando fogo aos órgãos internos dos mesmos. Eles caíam um atrás do outro, assim que uma Cauda acabava com um Gigante, já partia para outro. Os que tentavam um ataque frontal acabam incinerados pelo jato de fogo disparado pela boca da Fênix, e os que vinham por quaisquer outros lados e que conseguiam desviar das Caudas, esses eram trabalho de Sebastian.

- Veni ad me, et potentia ignis. Inimicos eorum subvertite abruptis eos: ignem radium!

E dezenas e mais dezenas de inimigos explodiam enquanto andavam, os pedaços dos corpos voando à queima-roupa como fogos de artifícios orgânicos. E se os inimigos estavam tendo dificuldades com ele, eles não sabiam a sorte que tinham por não estarem enfrentando Stephany do outro lado. Ela estava agora em pé nas costas de Obsidias, que explodia tudo à sua frente e atacava às cegas tudo por trás com sua cauda gigantesca. A Feiticeira estava triunfante em cima dele, com a Espada Púrpura brilhando e apontada para o céu.

- Onde está a princesa de vocês? Claire! Estou esperando você! – Gritava ela, rindo. Quando uma nova onda de flechas precipitou-se para cima dela, ela simplesmente acenou com a mão e elas desviaram todas. Depois, apontou a Espada novamente para cima e bradou: - Cadite fulmen!

Os céus gritaram em resposta, as nuvens antes brancas escureceram até tornarem-se completamente cinza. No intervalo breve de duas ou três trovoadas, uma chuva torrencial começou. Não de água, mas de raios. Um relâmpago estourou uma Base de Comando inimiga à poucos metros de Stephany, outro explodiu uma formação defensiva que trotava do Norte. Outro ainda atingiu a espada de Stephany, e esta redirecionou o raio na direção do palácio ao longe, atingindo uma de suas torres. Vários blocos de pedras caíram, e foi como observar uma avalanche de pedra de longe. A garota riu.

- Estão escondidas no palácio, Vossas Majestades? Não há onde se esconder agora, queridos! Obsidias, avante!

O Dragão Negro são se conteve, deslizou no ar em direção ao Norte, sem se importar com os inimigos que os esperava com lanças pontiagudas apontadas. Alguns eram previamente pulverizados pelos raios que Stephany convocava e os que restavam gemiam em frustração quando suas lanças mostravam-se quebradiças e frágeis ante as escamas de um Dragão. A vitória dos irmãos era certa. Sebastian continuava a queimar os alvos sem compaixão aparente, derretendo as entranhas de quaisquer uns que ousassem se aproximar demais. A tenda central estava cada vez mais próxima de Stephany, e sua sede por sangue, morte e vingança aproximava-se proporcionalmente. Claire. Era esse nome que ocupava o primeiro lugar na “lista de pessoas para matar” da Feiticeira. Ainda de longe, Obsidias disparou uma esfera de material explosivo na tenda, que se esmigalhou em cinzas no ar.

- Onde está você, Claire?! Estou esperando!

E, inesperadamente, uma voz ecoou por toda a campina.

- Estou aqui, Stephany. – Disse a voz angelical e cantada da princesa Claire. Ela estava de pé na ponte que levava ao Palácio, e claramente usava algum tipo de mágica para amplificar sua voz. – Atenção meus amigos e fiéis lutadores; ignorem o Dragão Negro. Ataquem Sebastian com toda a força que vocês têm sobrando, e deixe Stephany conosco.

Conosco? Sebastian sentiu um calafrio na espinha, por alguma razão. Não por de repente ser o alvo de mais de 2000 soldados em favor dos Elfos, mas sim porque não fazia sentido algum ignorar a irmã mais forte. Algo estava terrivelmente errado, e ele não tardou para descobrir o que era: de trás do Palácio, um vulto de 20 metros de comprimento subiu, azul como o céu noturno, com escamas brancas que lembravam a Via Láctea em meio à imensidão azul-marinho. Um Dragão, montado pelo Rei Caesar em pessoa. Os olhos tetracromatas de Sebastian permitiram que ele visualizasse o rosto pálido e assombrado de sua irmã, por essa ela não esperava. Sebastian tentou levantar voo alto em direção à irmã para ajuda-la na batalha aérea que estava prestes a começar, mas foi barrado por uma espécie de parede invisível. Ao olhar para o chão, viu que Claire e seus dois irmãos, os príncipes, estavam ali de braços abertos.

- Não somos feiticeiros, Fênix Escarlate, mas também conhecemos a magia! – Berrou Claire. – Você não vai passar!***

~*~
Stephany sentiu medo pela primeira vez desde que enfrentara sozinha a Fênix e o Dragão. Antes que pudesse respirar fundo para se preparar contra a possibilidade de perder, Obsidias disparou com raiva em direção ao Dragão Azul, que também deu o bote. Os Dragões brigaram dente com dente, garra com garra e fogo com fogo. A garota segurou firme na asa de Obsidias para não perder o equilíbrio, e traçava um plano silencioso em sua mente para derrubar o Elfo de seu dragão. Ela apontou-lhe o dedo, mas ficou paralisada quando viu o que ele vestia: Tecido Celestial. Era um material confeccionado pelas fadas que garantia ao usuário resistência quase que completa contra magia em seu estado puro, que era justamente a matéria prima de Feiticeiros. Não havia nada que ela pudesse fazer, a não ser enfeitiçar as flechas que contra ela eram arremessadas erroneamente enquanto as duas bestas travavam o duelo mais mortal que os olhos da maga já haviam testemunhado.

Ela olhou para trás e viu seu irmão encontrando dificuldades também em duelar contra os três Elfos mais poderosos do mundo ao mesmo tempo. Fawkes era poderosa, mas não indestrutível. Não havia alternativas. Uma lágrima escorreu do olho de Stephany, e ela segurou a Espada Púrpura com força antes de cravá-la nas costas de Obsidias, tal como fizera daquela vez.

”...não teve dúvidas, enterrou sua espada nas costas do Dragão Negro. E, de repente, ela via tudo o que ele via, sentia tudo o que ele sentia. A espada não o matara, mas sim os conectara, como um só. Ela podia sentir todo aquele poder invadindo seu corpo e queimando-o de dentro para fora. Ela podia tudo, e enquanto segurava a Espada Dourada também, por um instante ela entendeu: naquele exato segundo, ela era o ser mais poderoso do mundo. Controlava um Dragão e uma Fênix, se assim quisesse. Como seria fácil perfurar a Fênix e roubá-la de seu irmão, mas não o fez. Depois de encerrada a batalha, seu irmão passou por um duro processo para “domar” a Fênix, pois Stephany nunca chegou a lhe contar o que realmente fizera. Sebastian estava tonto e não visualizou muito bem a cena de ela perfurando o Dragão, especialmente porque a luz emitida no momento fora absurda...”

Não havia alternativas, não havia alternativas. Ela tinha que manter isso em mente.

- Aaaaaaaaaaaaaah! – Gritou ela antes de saltar de Obsidias, e literalmente voar por conta própria em direção a ser irmão. Não tinha problemas se separar de seu Dragão agora, a espada estava crava em sua espinha, eles eram dois corpos, mas uma só alma. Sua magia estava mais poderosa do que nunca e ela aterrissou com um impacto ruidoso ao lado do irmão e de sua Fênix.

- Stephany! – Gritou ele, aliviado. Os três Elfos ficaram lívidos, e engataram flechas em seus arcos, mas já era tarde. Raios começaram a descer do céu em direção a eles, o que os levaram a concentrar toda a magia em escudos.

- Sebastian, a Espada Dourada, onde está?

- Aqui. – Disse ele, levantando a Espada, sem entender muito bem. Stephany levantou a mão e tocou o cabo da Espada, arregalando as sobrancelhas para o irmão como fazia todas as vezes em que tinha que fazer algo que o irmão certamente não entendia. E ele confiou nela cegamente, como sempre fez. Sabia que tinha um plano brilhante; soltou a Espada.

- O quê voc...? – Sua pergunta pairou no ar, sangue voou de sua boca. A Espada Dourada atravessa sua barriga, e Stephany aproximou seu corpo do dele, para impedi-lo de cair da Fênix.

- Descanse em paz, mano. A guerra não vai mais cansá-lo.

- S-Ste... – Tentou dizer, mas não resistiu. Mas sangue foi jorrado de sua boca, e ele sucumbiu no chão ao lado de Stephany. Ela olhou para o céu, e rugiu para o Dragão Azul que começava a ter problemas com Obsidias.

- A derradeira batalha... – Disse ela enquanto levantava a espada dourada em direção aos ceús – Começa agora! – E desceu a espada no lombo de Fawkes, penetrando-a como fizera com Obsidias. Uma explosão de luz dourada jorrou dali, unindo-se com a luz roxa que se intensificou ao longe. Depois disso, a história é incerta. Diz-se que o brilho de Stephany foi tão grande que todos ficaram cegos e, portanto não viram, mas a maioria crê e eu, narrador, particularmente acredito nessa maioria, que ninguém que estava ali sobreviveu para testemunhar o fim desta história.


 
*Créditos a William Shakespeare - http://pt.wikipedia.org/wiki/Titania
**Créditos à J.K. Rowling - http://harrypotter.wikia.com/wiki/Fawkes
*** YOU... SHALL NOT… PASS!!!!!!!!! – parei AIUEHAEUIAHEIUHAEIUHUAIE


Última edição por Caio Biolcatti em Seg Jul 28, 2014 1:40 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos    Dom Jul 27, 2014 11:35 pm

Caio, meu querido Caio...
QUE PORRA VOCÊ TA FAZENDO POBRE NESSE BRASIL?
SIMPLESMENTE INCRÍVEL!
Você criou uma atmosfera tão envolvente que eu comecei a devorar as palavras! Me apaixonei pelos personagens, que foram muito bem descritos e trabalhados... Sempre mantendo o foco e explicando o necessário.
Adorei, do começo ao fim! Eu só vi um errinho de bela que ta escrito "pela", SÓ! ME DIZ O SEU SEGREDO AUHAUHAUHA Sério, cara, to babando. Casa comigo. Eu te amo, lavo, cozinho e to disponível 24 horas. Qualquer coisa me liga, bjs.
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Caio Biolcatti
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MensagemAssunto: Re: Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos    Dom Jul 27, 2014 11:50 pm

100OR ANA!!!!!! Você quase me fez chorar aqui mano! Nossa, não esperava nunca uma resposta tão... tão... TÃO ASSIM! IAEHIEIHEIUIEAIAEIAEIUEAUIAE Estou a meia hora tentando escrever esse comentário, mas você me deixou sem palavras, sem palavras mesmo. Juro que nem sei como te agradecer, você não faz ideia do quanto me fez bem ler isso <3 Maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaas, agora que terminei de escrever meu conto (ufs), tenho tempo para ler todos, a começar pelo seu, que tenho certeza que vai dar um baile. Tô indo ler "Onde sempre quis estar", e mal posso esperar :3 HOHO MAIS UMA VEZ, MUITO OBRIGADO <3
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Ademar Ribeiro

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MensagemAssunto: Re: Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos    Seg Jul 28, 2014 5:44 pm

O que dizer deste enredo? Primoroso. Conseguiu me cativar do inicio ao fim, sempre deixando aquele gostinho de quero mais. Gostei, mas você com certeza excedeu a quantidade de palavras do regulamento (não se preocupe ainda com isso). Ah, curti também a fontes das letras e menção as fontes de outros autores.

Eis alguns erros que eu tropecei pelo caminho:

" ...ela não sabia qual das duas sairia vitoriosa." (sairiam vitoriosas seria o certo, não é?). "Ela vai morrer antes que tenha tempo de tocar naquela aljava ridícula." (qual o sentido desta palavra no diálogo. Creio que aljava seja aquele suporte de flechas, correto?). "... digna de tal de dom." (acho que sobrou um "de" neste caso). "... Seu pelo corpo devia ter, no máximo, uns oito metros..." (Seu pelo corpo devia?). "O Dragão Negro são se conteve, deslizou no ar em direção ao Norte, sem..." (o Dragão Negro "não").
É isso, até a próxima!
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Caio Biolcatti
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MensagemAssunto: Re: Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos    Seg Jul 28, 2014 5:55 pm

Ademar Ribeiro escreveu:
O que dizer deste enredo? Primoroso. Conseguiu me cativar do inicio ao fim, sempre deixando aquele gostinho de quero mais. Gostei, mas você com certeza excedeu a quantidade de palavras do regulamento (não se preocupe ainda com isso). Ah, curti também a fontes das letras e menção as fontes de outros autores.

Eis alguns erros que eu tropecei pelo caminho:

" ...ela não sabia qual das duas sairia vitoriosa." (sairiam vitoriosas seria o certo, não é?). "Ela vai morrer antes que tenha tempo de tocar naquela aljava ridícula." (qual o sentido desta palavra no diálogo. Creio que aljava seja aquele suporte de flechas, correto?). "... digna de tal de dom." (acho que sobrou um "de" neste caso). "... Seu pelo corpo devia ter, no máximo, uns oito metros..." (Seu pelo corpo devia?). "O Dragão Negro são se conteve, deslizou no ar em direção ao Norte, sem..." (o Dragão Negro "não").
É isso, até a próxima!

Muito obrigado, cara! Very Happy Quanto ao número de palavras, não excedi não! AIUEHUIAEIUAEHIUIUAEHIUAE Fiquei morrendo de medo que excedesse, mas ao fim deu 4985 palavras, e o limite é 5000. EAHIUEHEUIHIUEA Os erros passaram despercebidos mesmo durante a escrita, mas eu acho que é "sairia vitoriosa" mesmo, porque "qual das duas" implica que apenas "uma sairia", então acho que é a forma singular mesmo. E sim, aljava é o suporte para flechas, que (falha minha não evidenciar) é a principal arma dos Elfos. Mais uma vez, muito obrigado!!
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MensagemAssunto: Re: Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos    Seg Jul 28, 2014 6:26 pm

Já estava a caminho da edição de meu comentário, mas você leu antes. Perdoe o deslize quanto ao excesso de palavras e realmente é no singular. Em relação aos erros, acho comum, um texto grande sempre haverá um ou outro.
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MensagemAssunto: Re: Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos    Seg Jul 28, 2014 6:28 pm

Argh, eu comentei mas o meu comentário não foi. Puta merda.

Em suma> gostei da mitologia empregada, do cenário construído e das motivações/personalidades
não gostei: erros ortográficos que não atrapalharam o andamento e são facilmente corrigidos na edição pro ebook, além da insuficiente exploração de alguns elementos como A Guerra, a revolta dos Feiticeiros e a guia-mestra meio clichê da história.
Respeito clichês quando bem explorados, e o seu foi. Mas talvez não o suficiente, saca?
(lembrando que é uma versão resumida do meu comentário original)

Muito futuro pra nós! Parece que vai dar certo (ou não k)

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MensagemAssunto: Re: Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos    Seg Jul 28, 2014 10:43 pm

Caio eu não tenho muitas leituras nessa área da fantasia, mas acredito q no seu conto podemos encontrar todos ou quase todos os elementos necessários pra um bom conto nesse gênero, eu gostei do enredo, a descrição da fênix foi otima! Acho q vc alongou de mais em alguns trechos e resumiu d mais em outros, a irmã matou o irmão do nada? Ou tinha alguma msg subliminar q eu não saquei? O final tbm, ninguém sabe ninguém viu, achei estranho. Mas eh isso ae, tem talento parabens
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Carol Rodriguez

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MensagemAssunto: Re: Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos    Ter Jul 29, 2014 2:41 pm

Ademar Ribeiro escreveu:
O que dizer deste enredo? Primoroso. Conseguiu me cativar do inicio ao fim, sempre deixando aquele gostinho de quero mais. Gostei, mas você com certeza excedeu a quantidade de palavras do regulamento (não se preocupe ainda com isso). Ah, curti também a fontes das letras e menção as fontes de outros autores.

Eis alguns erros que eu tropecei pelo caminho:

" ...ela não sabia qual das duas sairia vitoriosa." (sairiam vitoriosas seria o certo, não é?). "Ela vai morrer antes que tenha tempo de tocar naquela aljava ridícula." (qual o sentido desta palavra no diálogo. Creio que aljava seja aquele suporte de flechas, correto?). "... digna de tal de dom." (acho que sobrou um "de" neste caso). "... Seu pelo corpo devia ter, no máximo, uns oito metros..." (Seu pelo corpo devia?). "O Dragão Negro são se conteve, deslizou no ar em direção ao Norte, sem..." (o Dragão Negro "não").
É isso, até a próxima!


Ademar, está certo, apenas uma saíra vitoriosa, pois a outra morreria.
E Caio, "Ela estava não só intacta, como invicta e absoluta.", dá um Crossfox pra essa guria q.


Parei.


Apenas adorei seu conto. Me lembrou a premissa de Neverwinter, o jogo e tal. Só seria mais legal se a Claire matasse a Absoluta, tipo, se fodeu. Porque o Sebastian era mais legal <3. E quero saber o que acontece depois!
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Patricia Souza
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MensagemAssunto: Re: Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos    Ter Jul 29, 2014 6:28 pm

HAHAHAHAHAHA pera tô rindo do comentário da Carol! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...

Ok, chega!

CAIOOO!! Que espetáculo! Apaixonei! Votarei em vc! <3

Agora a parte chata: Esse começo aí não cativou muito não, sorte sua que eu não desisto facilmente de uma leitura! Que negócio é esse do irmão secando a irmã? Eles tem um caso ou o Sebá é só pervertido mesmo? Ou desenvolve isso aí ou corta, pq achei mei solto.

Nessa parte aqui "Ela não fora capaz de acabar com ela e, pior: Se Claire não tivesse fugido, ela não sabia qual das duas sairia vitoriosa." Não acha que tem um eco estranho? Ela.. ela.. ela.. ela.. ela.. conserta isso aí! Um conto tão bom não pode ter ecos!

Outra "A espada dourada estava há três metros de distância" há com H é de haver. Tô sendo grammar nazi? Desculpa :v

Acho que é isso! E pelo amor de deus, escreva oq acontece depois! Não me deixa sem saber!!!

Até o próximo mês! Very Happy
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MensagemAssunto: Re: Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos    Ter Jul 29, 2014 8:10 pm

Indy J escreveu:
Argh, eu comentei mas o meu comentário não foi. Puta merda.

Em suma> gostei da mitologia empregada, do cenário construído e das motivações/personalidades
não gostei: erros ortográficos que não atrapalharam o andamento e são facilmente corrigidos na edição pro ebook, além da insuficiente exploração de alguns elementos como A Guerra, a revolta dos Feiticeiros e a guia-mestra meio clichê da história.
Respeito clichês quando bem explorados, e o seu foi. Mas talvez não o suficiente, saca?
(lembrando que é uma versão resumida do meu comentário original)

Muito futuro pra nós! Parece que vai dar certo (ou não k)

É, fugir dos clichês sempre é um problema grave! Hahahaha E eu queria muito ter explorado mais, mas não estourei o limite de palavras por 15! Foi na risca! Enfim, saquei completamente a sua crítica e concordo integralmente com ela! Very Happy Muito obrigado pelo feedback e pensemos que vai dar certo!!
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Caio Biolcatti
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MensagemAssunto: Re: Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos    Ter Jul 29, 2014 8:14 pm

Estela Goldenstein escreveu:
Caio eu não tenho muitas leituras nessa área da fantasia, mas acredito q no seu conto podemos encontrar todos ou quase todos os elementos necessários pra um bom conto nesse gênero, eu gostei do enredo, a descrição da fênix foi otima! Acho q vc alongou de mais em alguns trechos e resumiu d mais em outros, a irmã matou o irmão do nada? Ou tinha alguma msg subliminar q eu não saquei? O final tbm, ninguém sabe ninguém viu, achei estranho. Mas eh isso ae, tem talento parabens

Muitíssimo obrigado, Estela! Você também não é primeira que me fala que alongo alguns trechos, mas fazer o quê? Descritivo irremediável hahaha Não sei se foi uma falha minha em transmitir essa mensagem, mas no flashback, tive a intenção de demonstrar que quando ela estava com a posse das duas Espadas, ela estava "não só intacta, como invicta e absoluta", ou seja, ela era suprema. Dividindo o poder com o irmão, ela se prejudicada, daí o "não há alternativa". O final foi uma tentativa de inovar, mas já fica anotado a crítica! Hehehe Espero que tenha esclarecido agora, e muito obrigado de novo!! *-*
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MensagemAssunto: Re: Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos    Ter Jul 29, 2014 8:17 pm

Carol Rodriguez escreveu:
Ademar Ribeiro escreveu:
O que dizer deste enredo? Primoroso. Conseguiu me cativar do inicio ao fim, sempre deixando aquele gostinho de quero mais. Gostei, mas você com certeza excedeu a quantidade de palavras do regulamento (não se preocupe ainda com isso). Ah, curti também a fontes das letras e menção as fontes de outros autores.

Eis alguns erros que eu tropecei pelo caminho:

" ...ela não sabia qual das duas sairia vitoriosa." (sairiam vitoriosas seria o certo, não é?). "Ela vai morrer antes que tenha tempo de tocar naquela aljava ridícula." (qual o sentido desta palavra no diálogo. Creio que aljava seja aquele suporte de flechas, correto?). "... digna de tal de dom." (acho que sobrou um "de" neste caso). "... Seu pelo corpo devia ter, no máximo, uns oito metros..." (Seu pelo corpo devia?). "O Dragão Negro são se conteve, deslizou no ar em direção ao Norte, sem..." (o Dragão Negro "não").
É isso, até a próxima!


Ademar, está certo, apenas uma saíra vitoriosa, pois a outra morreria.
E Caio, "Ela estava não só intacta, como invicta e absoluta.", dá um Crossfox pra essa guria q.


Parei.


Apenas adorei seu conto. Me lembrou a premissa de Neverwinter, o jogo e tal. Só seria mais legal se a Claire matasse a Absoluta, tipo, se fodeu. Porque o Sebastian era mais legal <3. E quero saber o que acontece depois!

Sensacional! Vou dar um Crossfox amarelo pra ostentar que nem o Camaro -n AEIUHEAUIHUIAEHUIAEHUIHAEUIAE Muito obrigado e que bom que gostou! Para falar a verdade para você, eu tenho um projeto de livro que trabalha com os irmãos aí, e a Claire é uma das protagonistas do livro, então... Tem muita água pra rolar, hehe! Adaptei do jeito que pude para um conto e rolou xD Talvez eu até te conte o que acontece, HOHO :3
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MensagemAssunto: Re: Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos    Ter Jul 29, 2014 8:21 pm

Patricia Souza escreveu:
HAHAHAHAHAHA pera tô rindo do comentário da Carol! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...

Ok, chega!

CAIOOO!! Que espetáculo! Apaixonei! Votarei em vc! <3

Agora a parte chata: Esse começo aí não cativou muito não, sorte sua que eu não desisto facilmente de uma leitura! Que negócio é esse do irmão secando a irmã? Eles tem um caso ou o Sebá é só pervertido mesmo? Ou desenvolve isso aí ou corta, pq achei mei solto.

Nessa parte aqui "Ela não fora capaz de acabar com ela e, pior: Se Claire não tivesse fugido, ela não sabia qual das duas sairia vitoriosa." Não acha que tem um eco estranho? Ela.. ela.. ela.. ela.. ela.. conserta isso aí! Um conto tão bom não pode ter ecos!

Outra "A espada dourada estava há três metros de distância" há com H é de haver. Tô sendo grammar nazi? Desculpa :v

Acho que é isso! E pelo amor de deus, escreva oq acontece depois! Não me deixa sem saber!!!

Até o próximo mês! Very Happy

Essa Carol manjo dos paranauê! IAUEHIEHIUHEIAUHIUEAIU

E MDSS, QUE DEMAAAAIS QUE VOCÊ CURTIU! *O* Confesso que tava morrendo de medo UAEHIUAHEUI Ai então, como eu disse para a Carol e pra você no chat, tem toda uma história por trás no projeto do livro né, mas eles não tem um caso não hehe Nessa parte ficou mesmo muito repetitivo o "ela", nem tinha percebido, mas o "há" eu percebi sim, mas como está nas regras que não podia editar, tava esperando alguém comentar UIAEHUIEHUIHUEAIHUIAE E eu adoro gente que repara na Gramática, sempre bom para mantermos os olhos cada vez mais abertos e ligeiros :3 Acho que eu posso revelar um spoilerzinho ou outro do livro para você, só para matar um pouco a curiosidade! Hehehehe Muuuuuuuuuuito obrigado pelo feedback aí, Pat, sem palavras pra ti <3
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Karol Silano



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MensagemAssunto: Re: Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos    Qua Jul 30, 2014 12:22 pm

Só passei pra comentar que eu queria um caso dela com o meu Sebastian. Me julguem.
E claro, pra dizer que: Caio, você merece tudo isso e muito mais! Sim, reli o texto agora pq gamei. Adoro dragões, adoro fênix, adoro irmãos tarados e uma mulher poderosa!
AHHHHHHHHHHHHHHH, E ME PASSA ESSE LIVRO AI, PARCEIRO. PRA ONTEM.
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Caio Biolcatti
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MensagemAssunto: Re: Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos    Qua Jul 30, 2014 12:44 pm

Karol Silano escreveu:
Só passei pra comentar que eu queria um caso dela com o meu Sebastian. Me julguem.
E claro, pra dizer que: Caio, você merece tudo isso e muito mais! Sim, reli o texto agora pq gamei. Adoro dragões, adoro fênix, adoro irmãos tarados e uma mulher poderosa!
AHHHHHHHHHHHHHHH, E ME PASSA ESSE LIVRO AI, PARCEIRO. PRA ONTEM.

Infelizmente eles não tem um caso, mas não por falta de vontade do Sebastian! AEIUHUIAEUIAEIHAEIHIUAE Conhecendo você, aposto que ia amar o Sebastian, porque apesar de não namorar a própria irmã, tem umas coisinhas sobre ele que... Bem, surpresa :3 MWAWHAWHHAWHA! E eu JURO que passaria o livro, mas tá uma zona. Eu escrevia um capítulo do começo, outro do fim, aí um do meio, escrevia ideias e tal... Tem muita coisa que nem está no PC ainda, só em caderno AEIUHUAIEHIUEA Quando eu organizar bonitinho, você será a primeira a ver, prometo <3
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Rogério Silva

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MensagemAssunto: Re: Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos    Qua Jul 30, 2014 3:35 pm

Caio

Muito interessante seu texto. Sugiro uma revisão ortográfica, e não vou ficar aqui apontando erros. Seu conto não é bem minha praia, mas, como disse: interessante. E não fugiu do tema, como fiz!
Não pude deixar de notar que quando você diz que o irmão enxerga 50 vezes mais, porque vê maiores comprimentos de onda, bem... a frequência é MENOR! Eheheheheheehehe... Menores comprimentos, frequências maiores. Mas isto é a minha maldita formação acadêmica falando alto. Nada que desabone o seu conto.
Parabéns!
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MensagemAssunto: Re: Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos    Qui Jul 31, 2014 12:51 pm

Rogério Silva escreveu:
Caio

Muito interessante seu texto. Sugiro uma revisão ortográfica, e não vou ficar aqui apontando erros. Seu conto não é bem minha praia, mas, como disse: interessante. E não fugiu do tema, como fiz!
Não pude deixar de notar que quando você diz que o irmão enxerga 50 vezes mais, porque vê maiores comprimentos de onda, bem... a frequência é MENOR! Eheheheheheehehe... Menores comprimentos, frequências maiores. Mas isto é a minha maldita formação acadêmica falando alto. Nada que desabone o seu conto.
Parabéns!

Ops EAHAEUIAEIUAEUIAE Ainda não vi esse tipo de coisa em Física (é Ondulatória, né?) ): Mas muito obrigado pela leitura e que bom que achou interessante! Os erros ortográficos sempre escampam por aqui ou ali, mas vou fazer uma revisão o mais breve possível! Mais uma vez, muito obrigado!
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MensagemAssunto: Re: Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos    Ter Ago 05, 2014 11:06 am

Com certeza um dos melhores contos que eu li até agora. Construção dos personagens incrível, desenrolar melhor ainda. Notei uma influência de Eragon - errei? - na questão do dragão, da espada do "cavaleiro" e na conexão que você criou entre ambos.

Não consegui achar um ponto pra criticar, fora alguns erros gramaticais já citados. E apesar de não ser meu estilo de narração preferido, é inegável os méritos de tal.

Parabéns, cara.
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MensagemAssunto: Re: Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos    Sex Ago 08, 2014 10:37 am

Weslley Reis escreveu:
Com certeza um dos melhores contos que eu li até agora. Construção dos personagens incrível, desenrolar melhor ainda. Notei uma influência de Eragon - errei? - na questão do dragão, da espada do "cavaleiro" e na conexão que você criou entre ambos.

Não consegui achar um ponto pra criticar, fora alguns erros gramaticais já citados. E apesar de não ser meu estilo de narração preferido, é inegável os méritos de tal.

Parabéns, cara.

Muitíssimo obrigado!!! Teve sim essa influência de Eragon, e confesso que no começo não tive intenção de usar isso, mas depois vi que tinha se encaixado perfeitamente e deixei mesmo hehehe

É, acho que o meu estilo é bem a deep fantasy e o seu o realismo fantástico, dois extremos! UEHUEAIHAUEIHUAIE

Valeu mesmo pela avaliação!! ;D

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Conto: O Dragão e a Fênix - Tema: Irmãos Assassinos
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