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 A Virgem, O Músico e A Puta

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Indy J

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MensagemAssunto: A Virgem, O Músico e A Puta   Qua Ago 13, 2014 9:32 pm

Segue minha entrada pra Agosto, sob o subgênero Romance e o tema Mitologia Grega: http://subcomum.blogspot.com.br/2014/08/a-virgem-o-musico-e-puta.html

1 - Publiquei no meu blog por conta da formatação e disposição, além de achar melhor pra ler que no fórum.
2 - Nota-se o tema sensível, mas deixo claro: fiz um conto de ficção. Não ficção história, tampouco religiosa. Trabalhei com os fatos à medida que me foram necessários para formar uma narrativa fantasiosa. Não pretendo, por meio deste conto, ofender quaisquer credos ou crenças. Assim, peço a crítica ao enredo e à estrutura, não ao tema ou aos personagens (a não ser quanto à construção dos mesmos). Compreensão é necessária, além de suspensão de descrença.

Valeu!

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Weslley Reis

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MensagemAssunto: Re: A Virgem, O Músico e A Puta   Qua Ago 13, 2014 11:03 pm

CARALHO, tu ainda quer falar do meu conto?

Primeiro, já temos algo em comum por ' brincar' com o cristianismo. Mas você foi muito mais poético. A construção da história está tão boa que arrisco dizer que há uma verdade nela. É verosímil. Não sei o que criticar. Você criou um mito e até a linguagem rebuscada fez total sentido e, ao contrário do conto anterior, fluiu muito bem.

Meus parabéns.
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Tammy Marinho

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MensagemAssunto: Re: A Virgem, O Músico e A Puta   Qui Ago 14, 2014 6:37 am

O Mimimi que eu mais vi render na vida HAUHAUHAUHAU
Disse que faria e fez, gostei de ver isso.

Infelizmente eu achei a narrativa um pouco confusa em alguns pontos, eu me sentia perdida na narração e muitas vezes me parecia que não era a Maria Madalena quem narrava o conto. Não sei se foi desatenção minha, ou algo no texto. Mas vale o comentário.
O conto cresceu pra caramba durante seu desenvolvimento, e no final mostrou ao que veio, gostei dessa "renúncia" da Madalena.

Mas nada superou a fodástica cena do sol, ali no meio. <3
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Indy J

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MensagemAssunto: Re: A Virgem, O Músico e A Puta   Qui Ago 14, 2014 6:40 am

Weslley Reis escreveu:
CARALHO, tu ainda quer falar do meu conto?

Primeiro, já temos algo em comum por ' brincar' com o cristianismo. Mas você foi muito mais poético. A construção da história está tão boa que arrisco dizer que há uma verdade nela. É verosímil. Não sei o que criticar. Você criou um mito e até a linguagem rebuscada fez total sentido e, ao contrário do conto anterior, fluiu muito bem.

Meus parabéns.

Pois, falo sim!
No mais, muito obrigado, cara :)

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Indy J

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MensagemAssunto: Re: A Virgem, O Músico e A Puta   Qui Ago 14, 2014 6:54 am

Tammy Marinho escreveu:
O Mimimi que eu mais vi render na vida HAUHAUHAUHAU
Disse que faria e fez, gostei de ver isso.

Infelizmente eu achei a narrativa um pouco confusa em alguns pontos, eu me sentia perdida na narração e muitas vezes me parecia que não era a Maria Madalena quem narrava o conto. Não sei se foi desatenção minha, ou algo no texto. Mas vale o comentário.
O conto cresceu pra caramba durante seu desenvolvimento, e no final mostrou ao que veio, gostei  dessa "renúncia" da Madalena.

Mas nada superou a fodástica cena do sol, ali no meio. <3

Ah, que pecado, meu. Cê pode pontuar mais exatamente as cenas que lhe foram confusas? Se puder, me ajudaria muito.
O primeiro sonho, né, você diz? Que bom que curtiu! ^^

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Tammy Marinho

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MensagemAssunto: Re: A Virgem, O Músico e A Puta   Qui Ago 14, 2014 7:01 am

Indy J escreveu:
Tammy Marinho escreveu:
O Mimimi que eu mais vi render na vida HAUHAUHAUHAU
Disse que faria e fez, gostei de ver isso.

Infelizmente eu achei a narrativa um pouco confusa em alguns pontos, eu me sentia perdida na narração e muitas vezes me parecia que não era a Maria Madalena quem narrava o conto. Não sei se foi desatenção minha, ou algo no texto. Mas vale o comentário.
O conto cresceu pra caramba durante seu desenvolvimento, e no final mostrou ao que veio, gostei  dessa "renúncia" da Madalena.

Mas nada superou a fodástica cena do sol, ali no meio. <3

Ah, que pecado, meu. Cê pode pontuar mais exatamente as cenas que lhe foram confusas? Se puder, me ajudaria muito.
O primeiro sonho, né, você diz? Que bom que curtiu! ^^

O trecho depois do Beta e depois do Fi.
Eu não sei se foi desatenção minha ou realmente tava corrido o texto.

Sim... o primeiro sonho.
Eu conseguia sentir aquele sol chegando em mim
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Indy J

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MensagemAssunto: Re: A Virgem, O Músico e A Puta   Qui Ago 14, 2014 7:09 am

Tammy Marinho escreveu:
Indy J escreveu:
Tammy Marinho escreveu:
O Mimimi que eu mais vi render na vida HAUHAUHAUHAU
Disse que faria e fez, gostei de ver isso.

Infelizmente eu achei a narrativa um pouco confusa em alguns pontos, eu me sentia perdida na narração e muitas vezes me parecia que não era a Maria Madalena quem narrava o conto. Não sei se foi desatenção minha, ou algo no texto. Mas vale o comentário.
O conto cresceu pra caramba durante seu desenvolvimento, e no final mostrou ao que veio, gostei  dessa "renúncia" da Madalena.

Mas nada superou a fodástica cena do sol, ali no meio. <3

Ah, que pecado, meu. Cê pode pontuar mais exatamente as cenas que lhe foram confusas? Se puder, me ajudaria muito.
O primeiro sonho, né, você diz? Que bom que curtiu! ^^

O trecho depois do Beta e depois do Fi.
Eu não sei se foi desatenção minha ou realmente tava corrido o texto.

Sim... o primeiro sonho.
Eu conseguia sentir aquele sol chegando em mim

Pois, vou dar uma olhada. Posso ter pecado na introdução do universo. Valeu pelo toque ;)

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Rogério Silva

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MensagemAssunto: Re: A Virgem, O Músico e A Puta   Qui Ago 14, 2014 11:56 am

Indy J

Li seu texto. Desta vez, consegui lê-lo até o final, o que para mim já foi um GRANDE avanço.   Razz Exclamation Porém... Não gostei do título. E o uso exagerado de hipérbatos no início do texto o torna confuso e cansativo. E linguagem rebuscada deve ser usada com cuidado, ou se torna desinteressante.
Necessita de revisão de pontuação (outro ponto que o deixa confuso, especialmente no segundo sonho), e até de ortografia (próclises e ênclises erradas, o que seria inadmissível ao se usar uma linguagem mais rebuscada). Você também usa palavras inexistentes, apesar do sentido delas se fazer claro. Mas sugiro não recorrer muito a neologismos que não sejam de amplo conhecimento.
A ideia de mesclar mitologia grega com a religião cristã foi original, mas não me interessou.  E colocar letras gregas no início de cada "capítulo" realmente não me disse nada (mesmo começando com o alfa e o ômega, o início e o fim, a definição da Divindade).
Acho que não fui feito para ler seus textos, e pelo que vejo, o oposto é verdade...

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Indy J

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MensagemAssunto: Re: A Virgem, O Músico e A Puta   Qui Ago 14, 2014 5:08 pm

Rogério Silva escreveu:
Indy J

Li seu texto. Desta vez, consegui lê-lo até o final, o que para mim já foi um GRANDE avanço.   :P :!: Porém... Não gostei do título. E o uso exagerado de hipérbatos no início do texto o torna confuso e cansativo. E linguagem rebuscada deve ser usada com cuidado, ou se torna desinteressante.
Necessita de revisão de pontuação (outro ponto que o deixa confuso, especialmente no segundo sonho), e até de ortografia (próclises e ênclises erradas, o que seria inadmissível ao se usar uma linguagem mais rebuscada). Você também usa palavras inexistentes, apesar do sentido delas se fazer claro. Mas sugiro não recorrer muito a neologismos que não sejam de amplo conhecimento.
A ideia de mesclar mitologia grega com a religião cristã foi original, mas não me interessou.  E colocar letras gregas no início de cada "capítulo" realmente não me disse nada (mesmo começando com o alfa e o ômega, o início e o fim, a definição da Divindade).
Acho que não fui feito para ler seus textos, e pelo que vejo, o oposto é verdade...

Calme lá, jovem! Tamo aqui justamente pra saber lidar com diferentes tipos de leitores, acho.
Além: umas coisas aí que você criticou parecem-me gostos pessoais, outras fazem parte dos experimentos que tentei fazer com este conto (afinal, nada melhor que tentativa e erro pra aperfeiçoar, né. Tive plena consciência do perigo, e com seus comentários pude ver que não funcionou tão bem quanto eu queria. Oh well).
E, sobre os algarismos, por mais que eu não goste de explicar o que eu escrevo porque temos que entregar o que o leitor vá ler, mas pra evitar más interpretações: 1- Sim, se passa entre alfa e ômega 2- "fi" é o algarismo que representa o número dourado, que por sua vez é relacionado à perfeição da natureza. Por conta desses conceitos o utilizei pra dar início e fechamento aos sonhos. 3- "alfa" pra parte de Apolo porque começa com A e porque ele quem fez o filho, e "beta" pra Madalena porque... vem depois de alfa, sério. E eu queria dar esse recurso gráfico ao conto, que condizia ao tema.

No mais, agradeço todos seus comentários. De verdade ;)

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Rogério Silva

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MensagemAssunto: Re: A Virgem, O Músico e A Puta   Sex Ago 15, 2014 7:23 am

Indy J escreveu:
Rogério Silva escreveu:
Indy J

Li seu texto. Desta vez, consegui lê-lo até o final, o que para mim já foi um GRANDE avanço.   Razz Exclamation Porém... Não gostei do título. E o uso exagerado de hipérbatos no início do texto o torna confuso e cansativo. E linguagem rebuscada deve ser usada com cuidado, ou se torna desinteressante.
Necessita de revisão de pontuação (outro ponto que o deixa confuso, especialmente no segundo sonho), e até de ortografia (próclises e ênclises erradas, o que seria inadmissível ao se usar uma linguagem mais rebuscada). Você também usa palavras inexistentes, apesar do sentido delas se fazer claro. Mas sugiro não recorrer muito a neologismos que não sejam de amplo conhecimento.
A ideia de mesclar mitologia grega com a religião cristã foi original, mas não me interessou.  E colocar letras gregas no início de cada "capítulo" realmente não me disse nada (mesmo começando com o alfa e o ômega, o início e o fim, a definição da Divindade).
Acho que não fui feito para ler seus textos, e pelo que vejo, o oposto é verdade...

Calme lá, jovem! Tamo aqui justamente pra saber lidar com diferentes tipos de leitores, acho.
Além: umas coisas aí que você criticou parecem-me gostos pessoais, outras fazem parte dos experimentos que tentei fazer com este conto (afinal, nada melhor que tentativa e erro pra aperfeiçoar, né. Tive plena consciência do perigo, e com seus comentários pude ver que não funcionou tão bem quanto eu queria. Oh well).
E, sobre os algarismos, por mais que eu não goste de explicar o que eu escrevo porque temos que entregar o que o leitor vá ler, mas pra evitar más interpretações: 1- Sim, se passa entre alfa e ômega 2- "fi" é o algarismo que representa o número dourado, que por sua vez é relacionado à perfeição da natureza. Por conta desses conceitos o utilizei pra dar início e fechamento aos sonhos. 3- "alfa" pra parte de Apolo porque começa com A e porque ele quem fez o filho, e "beta" pra Madalena porque... vem depois de alfa, sério. E eu queria dar esse recurso gráfico ao conto, que condizia ao tema.

No mais, agradeço todos seus comentários. De verdade Wink

A única coisa que se pode atribuir como "gosto pessoal" ao que falei foi o meu comentário sobre o seu título. O resto é ortografia, além, claro, de não me inspirar. Conforme disse: não devo ter sido feito para ler seus textos, e o oposto é verdade.

Abraços.

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Heloá Magalhães



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MensagemAssunto: Re: A Virgem, O Músico e A Puta   Sab Ago 16, 2014 6:23 pm

O inicio da história tem musicalidade, mas apenas em partes, então em determinados momentos parece que existe um certo “corte’ e isso desvia da sonoridade, que de início parece poética, mas que ao decorrer das linhas se transforma em narrativa e volta a ser poética, e entendo que isso pode desestruturar a beleza do conto, porém só aparece mesmo no início e é de fácil resolução; tirando esse detalhe e alguns erros gramaticais, que são mínimos, o texto fluiu muito bem, por exemplo, a sua escrita do mês passado era muito mais profunda, porém ficou um pouco aquém (era perceptível a profundidade, mas você não explorou tudo) e tinha muitos e muitos cortes, já o de agosto não é assim tão profundo, mas está muito bem escrito e os sonhos foram descritos de modo tão sublime, eu apreciei os devaneios! E a mensagem final, mesmo que ordinária é mais rica que qualquer parágrafo gigante que pudesse escrever. Então, mais uma vez... Parabéns e continue a explorar seu talento, ainda vou ler muitos textos agradáveis de sua autoria.
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Indy J

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MensagemAssunto: Re: A Virgem, O Músico e A Puta   Sab Ago 16, 2014 7:21 pm

Heloá Magalhães escreveu:
O inicio da história tem musicalidade, mas apenas em partes, então em determinados momentos parece que existe um certo “corte’ e isso desvia da sonoridade, que de início parece poética, mas que ao decorrer das linhas se transforma em narrativa e volta a ser poética, e entendo que isso pode desestruturar a beleza do conto, porém só aparece mesmo no início e é de fácil resolução; tirando esse detalhe e alguns erros gramaticais, que são mínimos, o texto fluiu muito bem, por exemplo, a sua escrita do mês passado era muito mais profunda, porém ficou um pouco aquém (era perceptível a profundidade, mas você não explorou tudo) e tinha muitos e muitos cortes, já o de agosto não é assim tão profundo, mas está muito bem escrito e os sonhos foram descritos de modo tão sublime, eu apreciei os devaneios! E a mensagem final, mesmo que ordinária é mais rica que qualquer parágrafo gigante que pudesse escrever. Então, mais uma vez... Parabéns e continue a explorar seu talento, ainda vou ler muitos textos agradáveis de sua autoria.

eeeeeee

Ô, Heloá, valeu. Eu tava enxergando uns problemas no "prólogo" do Apolo mas não consegui consertá-los direito... agora os observo ainda mais. Valeu ;)
Quanto ao resto do comentário, agradeço aos elogios e (principalmente) às críticas! Tomara que leia, sim, e tomara que cada um seja melhor que o anterior :)

Vamo que vamo!

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Ademar Ribeiro

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MensagemAssunto: Re: A Virgem, O Músico e A Puta   Dom Ago 24, 2014 12:03 pm

Caraca Gu, agora sim, se superou em ao meu ver. Quanto a criatividade, unindo dois universo diferentes, mas que corroboram entre si. Gostei de verdade, apesar dos rebuscos e técnicas diferenciadas. Você que tanto me critica quanto ao atravancar do texto comete sutilmente estes mesmos erros. Nos mais adorei. Parabéns! até Setembro!

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Indy J

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MensagemAssunto: Re: A Virgem, O Músico e A Puta   Dom Ago 24, 2014 1:58 pm

Ademar Ribeiro escreveu:
Caraca Gu, agora sim, se superou em ao meu ver. Quanto a criatividade, unindo dois universo diferentes, mas que corroboram entre si. Gostei de verdade, apesar dos rebuscos e técnicas diferenciadas. Você que tanto me critica quanto ao atravancar do texto comete sutilmente estes mesmos erros.  Nos mais adorei. Parabéns! até Setembro!

Valeu, Ademiro ;D
Que bom que curtiu a ideia... quanto às falhas de execução, cê pode me dar uns exemplos também, please? Não dá muito pra eu advinhar k
manda aê!

Até setembro, outubro, novembro... dependendo de mim, até minha mão não conseguir mais digitar. Bora evoluir e revolucionar!

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Queirós

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MensagemAssunto: Re: A Virgem, O Músico e A Puta   Qua Ago 27, 2014 10:11 am

Gustavo, usarei daquela velha sinceridade com que tratamos aqueles nossos primeiros contos, no primeiro mês de vida deste nosso querido grupo de escrita. Sei que você se alegra mais nas críticas justificadas que nos elogios que quase nos dizem nada.

A parte beta do seu texto insulta o leitor. O título é mentiroso e influência de forma negativa na leitura. A introdução tem um ritmo diferente do corpo. Eu, naturalmente, direi o porquê e você acatará ou refutará as minhas observações.

Em verdade, alfa tem uma belíssima musicalidade (é possível cantá-lo)! "O sol brilhava ao meu mando em minha carruagem dourada. A luz, a vida e o mundo dos sons eu trazia, e por nada", apesar de que ninguém o entenderá de primeira. O problema, na verdade, surge no beta.

Beta quebra a musicalidade de alfa e contrasta com todo o texto porvir. Ele está em uma construção diferente das outras estruturas, uma mais complexa – que na verdade me agrada, mas o contexto me aborrece. Isso a respeito das estruturas, que não é lá um grande problema. O que torna o seu beta um porre é que a sua Madalena se direciona ao leitor como se dele fosse grande amigo, como se ele (o leitor) soubesse exatamente do que ela está a falar – quando em verdade isso não acontece. Você está desconsiderando (ou não) a existência do senso comum: a ideia, no mundo das coisas, de que Madalena é a progenitora de Cristo. O seu título fala de uma virgem, de uma puta e de um puto. Na primeira vez que Cristo conversa com a Madalena, dizendo-lhe o nome, eu me confundo! "Porque o narrador", eu penso "é a puta, e a Madalena é a virgem". Essa confusão tem que desaparecer logo, senão eu irei reler o beta!

Reli o beta. Percebe? Se você não passar essa ideia de forma clara e de primeira, eu vou chiar, porque estou precisando me esforça na minha leitura. O problema é que você sabe disso, você está fazendo de propósito, brincando com o senso do leitor.

Deixa eu descrever minha confusão: devido ao título, eu penso que Madalena é a virgem, eu penso que a puta é aquela que está narrando e o músico Jesus Cristo. Entretanto, a Puta e a Madalena são uma só. E não há virgem no seu texto. Ela transou com Cristo na beira do riacho, transou com o sol em sonhos (ou Cristo a estuprou, extasiado nos sentidos do Oráculo).

O beta é tão cheio de sacanagem que a própria Madalena se confunde nele. Perceba: "Quem é o tal Rei dos Reis? O homem que cruza montanhas e planícies afim da paz e da vitória humana. Quer salvação, diz ele, mas eu detesto falsidade. Será ele mesmo capaz de tal perfeição? Não acho"

Nessa parte, Madalena não reconhece que Cristo é capaz das características que ela descreve, demonstrando uma aversão à falsidade ou à capacidade dele cruzar montanhas em nome da paz. Ora, a Madalena sabe que Cristo estava sobre a influência de Eros. No desenvolver da narrativa, Madalena demonstra, ela mesmo a narradora, que Cristo é sim, capaz de cruzar montanhas e planícies a fim da paz e da vitória humana, e que detesta falsidade. Assim eu fui induzido a pensar, logo de cara, que Cristo era um pilantra, um puto.

"Quer salvação, diz ele, mas eu detesto falsidade. Será ele mesmo capaz de tal perfeição? Não acho."

Naturalmente, o resto está muito bem escrito! Você tem estes diálogos bem construídos, estes dois sonhos bem elaborados – que eu resumi, em uma saudável brincadeira, desta forma:

O Fi (maiúsculo):
Certa vez, ao caminhar para a labuta, uma mulher honrosa - a qual o título dera o nome de puta - conhecera um marceneiro que brincava de desenhar sacanagem na areia. Aproximando-se, a puta pergunta: "O que você faz aqui, rapaz? Tão longe de casa!" O marceneiro, sereno que era, responde: "As madeiras são frutos de Gaia, que enchem de sangue nas calças vazias. Eu farei coisas grandiosas e ficarei nas mentes deste povo doido que insiste em andar no gaiamento. Os ateus serão os que mais falarão do meu ministério e da minha morte."
A puta, inconformada, percebe que aquele marceneiro fala muitas coisas desconexas e beija-o por duas horas direto, devido ao carro esportivo que ele tinha na garagem.  

O fi (minúsculo):
Na parede do sonho da puta honrosa, estão estas figuras: um homem com sua enxada de dentes - três são eles e ninguém fala do banguela que os perdeu -, e esta outra figura que segura um crânio...! Claramente nosso Hamlet, príncipe da Dinamarca, filho único deste falecido rei que deu seu nome ao filho: Rei Hamlet! Nos sonhos da Madalena, puta no título do Guga, mas honrosa no corpo inteiro! (Exceto naquela parte em que ela transa com o Sol, achei indigno).


Enfim, você tem esta grande vontade de criar a sua assinatura, esse seu jeito de narrar, que é muito importante. Você tem estes diálogos bem planejados, tem muita coisa boa acontecendo neste seu conto. Está parecendo que você levará o meu voto, assim como no primeiro mês, mas deixe-me ler nossos amigos primeiro.


Segue algumas observações bobas:

"que cruza montanhas e planícies afim da paz e da vitória humana". Estes afins sempre confundem a gente, não seria “a fim”?

"Acho, sim, que é um grande: filósofo, político, líder e outras coisas mais que acharia indelicado dizer..." Os dois pontos quebram a fluidez, é perceptível. Seria interessante se você repensasse essa estrutura, em nome dos leitores: Acho sim, que é um grande filósofo, político, líder e...

"Acho que muito do mundo é simples, ao mesmo que muito é complicado. Eu não compreendo muito do que você conta, tenho em exemplo, mas consigo vagamente compreender você. É alguém com muito em mente, sim, e muito por dentro também. Mas conflitam em ti essências distintas, talvez." Cristo está na segunda pessoa, se lembra? Você acabou usando a terceira pela força de habito, embora volte para a segunda pessoa no final do diálogo.  

too long, didn't read (resumão): Terminei a leitura, não vi puta alguma, o título me induziu e fui injusto para com Madalena. Perde meio ponto por não saber dá nome às coisas.

PS: é o cupido (Eros) que se encarrega das intrigas amorosas, o filho sem jeito da Afrodite. Afrodite não tem nada a ver com a união entre Cristo e Madalena, culpe o Eros.
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MensagemAssunto: Re: A Virgem, O Músico e A Puta   Qua Set 03, 2014 10:55 am

Aô Carlito, cê falou que ia editar seu comentário, aí eu excluí o meu. Já que não editou:

Muito grato por suas observações, e as que eu discordo ou acho ter explicação a gente já conversou sobre. Quanto a alguns erros de mitologia ou de coesão, eu tomei mesmo umas liberdades k

observação pra todos que talvez tenham a mesma confusão do Carlito: a Virgem é a Virgem Maria, a Puta é a Maria Madalena e O Músico é o Apolo.

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