Odisseia do Escritor

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 Sebastian

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Estela Goldenstein

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MensagemAssunto: Sebastian    Qui Set 25, 2014 10:05 am

Sábado à noite, verão, Sebastian se arruma para sair, ele adere ao rosto e parte do pescoço uma máscara que imita com perfeição uma cicatriz de queimadura, a mesma é cuidadosamente aplicada, para que um perfil do homem seja de um rosto perfeito e outro seja completamente indigesto, ele é um cara boa pinta, tem 1,89 de altura, corpo sarado, loiro de olhos verdes, pode ser considerado um bom partido, trabalha no TI de uma empresa gigante no ramo farmacêutico, ganha bem, com seus trinta e poucos anos, mora sozinho em um AP de 25 metros quadros em um desses centros urbanos que tendem a levar as pessoas à loucura.
Ele dirige até o centro da cidade e deixa seu carro estacionado próximo a um motel, toma um taxi e vai para uma balada, ele se diverte ao perceber que chama a atenção de um lado por sua beleza e de outro pelas falsas cicatrizes horrendas. Encostado no bar, como um bandido em busca de vitimas, observa as pessoas, homens, mulheres, garotas bêbedas, enquanto bebe uma cerveja long neck.  
Termina aquela cerveja e vai até o fumódromo apesar de não ser fumante, a procura de alguém interessante, uma garota especial, há muitas mulheres naquela noite, todos os tipos, idades, tamanhos e cores, Sebastian pensa enquanto observa: “é tanta coisa no menu que eu nem sei o que comer!” e ri.
Uma garota sai do banheiro, distraída conversando com uma amiga e esbarra nele, derrama um pouco de bebida na camisa, ela olha bem nos seus olhos, passa a mão na barriga, onde havia molhado quase como uma carícia, sente os músculos rijos, fica nas pontas dos pés tentando chegar o mais perto possível do ouvido e diz com o tom de voz mais sexy que consegue:
- Foi mau gato!
Ele não desvia o olhar, coloca uma mecha do cabelo dela para trás da orelha e responde:
- Não tem problema gata! E dá um cheiro no pescoço que faz um arrepio intenso percorrer todo seu corpo.
Ela percebe as cicatrizes no rosto dele, mas depois daquela sensação, queria aquele homem, segura na cintura dele, e os dois hipnotizados pelo olhar fixo um no outro, se beijam, um beijo daqueles incríveis, que faz você pensar que encontrou o homem ou a mulher da sua vida! Quando o beijo termina eles trocam sorrisos, e ela diz:
- Eu preciso encontrar minha amiga.
- Espera, sua amiga está se divertindo e eu quero te conhecer melhor.
Ele a pegou pela mão e foram até o fumódromo...
- Aqui a gente consegue conversar, a música não é tão alta.
Eles disseram seus nomes, contaram o que fazem da vida, o que gostam e o que não gostam de fazer, ele mais tímido, ela muito extrovertida, riram das histórias um do outro, vez ou outra paravam a conversa para beijar e trocar carinhos, passadas uma meia hora eles tinham a impressão de que se conheciam a vida toda.
Enquanto conversam Sebastian observa Thatiana fisicamente, ela tem 19 anos é uma típica gorda loira, baixinha, usa uma sandália de salto enorme, cor de rosa, que combina com o vestido bem curto e justo, colado ao corpo, brincos de argolas grandes e dourados, uma maquiagem bem feita, que destaca seus olhos e que define muito bem as curvas de seus lábios, leva na mão o celular, a carteira de habilitação com algum dinheiro e a comanda.
Sebastian olha a hora, em seguida gruda a menina na parede, com mais um beijo intenso, cola seu corpo ao dela, passa a mão na bunda, nos seios, tudo meio rápido, tentando ser discreto por estarem em público, fala no ouvido, em um tom muito baixinho e sedutor:
- Eu quero você hoje, quero sentir você todinha.
Ela suspira, se arrepia, sente suas pernas moles, sua calcinha molhada de tesão...
No mesmo tom de voz, baixinho e sedutor, bem no ouvidinho:
- Você tá me deixando louco – olha para o volume na calça e dá uma apertadinha – vem comigo pra um lugar mais sossegado, onde a gente possa ficar a vontade – e de novo sussurrando no ouvido – tirar a roupa! – e sorri.
Ela tenta ligar para a amiga, para avisar que vai embora, a menina não atende, eles rodam todos os ambientes da casa noturna várias vezes, em vão não a encontram, por fim Sebastian paga as comandas, pegam um taxi e vão para um motel.
No motel, o casal se entrega à excitação, a garota tenta apagar ou diminuir a luz do quarto, mas foi impedida pelo parceiro:
- Você é linda!
No quarto tem muitos espelhos como de praxe, ambos nus, ele a faz sentar na cama e chupar seu pau, enquanto admira a perfeição do seu corpo definido nos espelhos, repara no contraste de seus corpos. A menina não é virgem, mas também não teve muitas experiências sexuais, o boquete não é tão gostoso quanto ele espera, ele a deita a beija, alisa seu corpo, ela exala tesão, seus pelos arrepiados, ele  a toca com os dedos e a sente toda molhadinha:
- Eu preciso sentir você! - Ela implora.
Deitada abre as pernas de maneira provocante, toca com os dedos seu sexo, ele observa, ambos trocam sorrisos sacanas ele está de joelhos na cama, segura o pau com uma das mãos, com a outra segura o peso do corpo e mete, bem devagar até o fim, ela se contorce de prazer, e esses movimentos se repetem aumentando a intensidade, a força, ela se espreme, geme, grita, e goza, ele a beija na boca, pescoço, seios, um mamilo de cada vez, barriga, buceta, coxas, joelhos e pés. Depois deita de barriga pra cima com o pau a postos, um convite para uma mulher safada.
Sobe em cima começa a meter, ele observa o corpo roliço da garota gorda, toda aquela fartura, seios, barriga, bunda se movendo, em um ritmo frenético, a buceta molhada faz o pau escorregar pra dento e pra fora, está gostoso, ele quase goza, mas a garota devido ao excesso de peso talvez, não consegue manter o ritmo pelo tempo necessário, mas antes de parar goza pela segunda vez, se deita ao lado dele na cama com a respiração acelerada.
Ele a abraça, e faz carinho nos seus cabelos, ela muito relaxada e deita no seu peito e repara que o pau ainda esta duro. Ficam alguns minutos nessa posição em silencia, que é interrompido por uma pergunta:
- Thaty, do que você tem medo?
Ela responde rindo:
- Tenho medo de baratas! Por quê?
- Você deveria ter medo de ir a um motel com um cara desconhecido – disse com um tom de voz diferente, quase assustador.
- Por que você tá falando isso?
Não houve resposta, ela se levantou, sentou na cama, e olhou nos olhos dele, assustada. Ele a puxa de volta, e continua o carinho no cabelo:
- Calma gatinha, nossa noite tá só começando, eu vou te dar muito prazer ainda!
Ela tenta levantar de novo é impedida, e diz:
- Eu quero ir embora!
- Ainda é muito cedo – responde olhando para o relógio – Quer saber, eu acho que você está precisando de um banho!
Ele levanta bruscamente, pega a garota pelos braços e vai empurrando com violência para o banheiro:
- Aiiiiii ... você tá me machucando!!!
- Eu quero ver essa sua cara sem maquiagem e esse cabelo sem chapinha – diz enquanto abre o chuveiro.
- Por que você tá fazendo isso? – diz chorando.
Silêncio
Ele esfrega a mão com sabonete de motel na cara dela e empurra a cabeça pra água:
- Olha aqui pra mim!
Arrasta de volta para o quarto, tira o q sobrou da maquiagem com a toalha, oberva e diz:
- Você é muito feia! Você é uma gorda feia e safada!
Chega bem perto do ouvido e usando novamente a voz sedutora:
- Você vai me fazer gozar sua filha da puta safada – a faz sentar na beira da cama:
- Eu não quero, você tá me assustando, me machucando, por favor me deixe ir embora! – diz chorando, aos soluços.
- Tá com medo?
Silêncio
- Responde! Tá com medo? – aos gritos – sua vaca! É melhor parar de chorar senão não vai conseguir chupar! – ri.
Ele a obriga a chupar, mas lembra-se que o boquete não é bom, a empurra com força para trás, ela cai chocando-se contra a cabeceira da cama, e com muita dor, não para de chorar, abre as pernas dela, que tenta em vão resistir.
- Tá com medo? Fala pra mim?
- Eu to com medo! To com muito medo! Socorro! – Grita desesperadamente.
Sebastian sorri como se tivesse esperado aquele momento a noite toda, sobe em cima dela e mete, mete com força, e rápido até gozar, ele goza dentro, geme e emite um urro de tesão, enquanto Thaty chora copiosamente.
Ele levanta, ela se encolhe, tenta se limpar com a toalha e se cobrir com lençóis, sente muito medo e vergonha.
No quarto só se podem ouvir os soluços da garota.
Sebastian demora apenas alguns segundos para se vestir, tira do bolso da calça alguns metros de silver tape que estam enrolados em um palito de picolé e prende as mãos e cola a boca da menina, ainda nua, a obriga a colocar a senha de acesso no celular acessa o perfil do facebook e diz:
- Senhorita Thatiana Kelly Rizzado, que cursa administração na UNIP, vai para academia Fitness Mais, tem um irmãozinho pentelho, faz o cabelo no salão da Lú, e outras trezentas futilidades que você faz e posta nessa porcaria de rede social... Preste muita atenção no que eu vou te dizer... Vou deixar o seu celular bem aqui na ponta da cama, de onde você está pode ver a hora, certo? Daqui exatamente 30 minutos, você pode ligar pra pedir ajuda, 30 minutos!!! Se você fizer antes disso eu vou saber e vou atrás de você, e ae gata, eu não vou ser tão bacana, ok? Entendeu?
Cata o vestido do chão, olha mais uma vez fixamente para o olhar lindamente desesperado da garota e diz:
- Baratas! – E ri.
Sai, passa a chave na porta. Caminha pela calçada, joga o vestido em uma caçamba de lixo, entra no seu carro, abre os vidros e ao arrancar, joga pela janela a máscara de cicatrizes que havia usado todo o tempo.
Enquanto dirige lembra-se de quando era apenas um menino que morava em uma pequena cidade no interior do estado, dessas que tem uma igreja, um mercadinho, uma escola, um postinho de saúde um bar e um bordel. Era o filho caçula de quatro irmãos, sua mãe era uma simples de dona de casa, seu pai e os irmãos mais velhos trabalhavam na roça para prover o sustento da família.
Chega ao seu apartamento, do jeito que chegou da rua deita na cama, de barriga pra cima olhando para o teto lembrando o seu aniversário de 12 anos, como se uma voz tivesse contando sua própria história dentro da sua cabeça.
Nesse aniversário o pai decidiu que já era hora do garoto conhecer a vida e as mulheres, assim que a festinha preparada com carinho pela mãe se deu por encerrada o garoto e os homens da família partiram rumo ao bordel da cidade, Sebastian não sabia exatamente o que estava prestes a acontecer, mas se deixou contaminar pela animação dos irmãos e estava muito ansioso para chegar logo.
A primeira imagem registrada pelos olhos do garoto era uma casinha de madeira com uma lâmpada vermelha acesa na frente, ao entrar sentiu um cheiro forte e desconhecido, um ambiente carregado de fumaça de cigarros e charuto, umas 5 ou 6 mulheres quase sem roupa circulavam pelo salão, os homens bebiam, fumavam e interagiam com as moças. Ele viu um homem velho alisando o corpo de uma das meninas, tocou seus seios, barriga, cochas e bunda enquanto com a outra mão por dentro da calça segurava seu membro.
O menino ficou assustado com aquele ambiente, se escondeu atrás das costas do pai, em busca de proteção, os irmãos perceberam o desconforto do irmão caçula e se riram dele, todos se sentaram em uma das mesas, o pai quase eufórico, falando alto, rindo e gesticulando, pediu duas garrafas de cerveja e uma mulher.
O pedido não demorou a chegar, o pai dos meninos que parecia ser mais velho do que realmente era, disse a puta enquanto enchia os copos de cerveja:
- Hoje é aniversario do meu caçula, vá com ele para o quarto e faça dele um homem!
Os outros garotos acompanharam o pai nas gargalhadas. Sebastian não entendeu a graça, estava assustado e tentou se esconder atrás das costas do irmão mais velho.
A garota depois de acertar o preço do serviço segurou o pequeno pela mão e o conduziu até seu quarto, no trajeto o menino olhava para trás, muito assustado, com um grito de socorro preso na garganta, observou seu pai e seu irmãos que conversavam e riam, nem ao menos notaram o brilho de medo extremante nítido em seus lindos olhos verde.
Todos os elementos daquele ambiente tornavam aquela situação aterrorizante para a um menino de 12 anos, a moda de viola, os cheiros, a fumaça dos cigarros, as conversas, vez ou outra ele se assustava com uma gargalhada de mulher, ao entrar no quarto a tensão aumentou.
- Você quer que eu apague a luz? A puta perguntou.
Ele não sabia o que ia acontecer, mais achou que certamente no escuro, seria ainda pior.
- Não. Respondeu com uma falha na voz.
- Olha que safadinho! Ela exclama com um sorriso feio.
A garota toma em um único gole o whisky que estava no seu copo aproxima-se e começa a despi-lo, tira a camisa revelando seu corpinho magro, ela se livra da pouca roupa que vestia com habilidade, leva as mãos do menino até os seus seios, as mãos estão geladas como picolés, quando ela tentou tirar as calças dele, ele disse:
- O que você está fazendo moça? Por que você tá tirando nossas roupas?
Ela sentou na cama e disse impaciente:
- Seu pai não te explicou não? Tu não sabe o que um homem e uma mulher fazem quando vão sozinhos pro quarto?
Ele apenas olhou para baixo e balançou a cabeça fazendo sinal negativo.
- Eu vou te mostrar!
Ela tirou as calças no menino, o deitou na cama e tentou chupar o seu pequeno pênis, ele estava apavorado, resistiu, não queria que aquela mulher o tocasse, nem com as mãos nem com a boca, naquele momento seus sentimentos eram uma mistura de medo, vergonha e nojo, se conteve para não chorar.
A puta respirou fundo e disse:
- Você não sabe o que fazer, mas eu sei.
Afastou as mãos do garoto que tentavam afastá-la, segurou o pequeno membro com a mão e caiu de boca, chupou o pau do menino com a experiência que só uma vadia tem, e em questão de minutos Sebastião sentiu tesão pela primeira vez e gozou.
Achou que tudo estava terminado, relaxou por alguns minutos enquanto observava a garota ali, nua na sua frente, colocando alguma bebida no copo, ela deu um gole generoso, voltou a encher e ofereceu.
- Pega!
- Não obrigado!
- Paga logo! Disse aumentando o Tom de voz.
Ele leva um susto, se dá conta de que também está nu, esconde o pênis com uma mão e estica o braço pra alcançar o copo, segura com tremor, ele tenta dar um gole grande como ela havia feito, teve que fazer um esforço enorme para não cuspir tudo, nunca havia bebido antes, o gosto de álcool desceu rasgando sua garganta, enquanto uma lágrima escorria no seu rosto.
A garota percebeu e riu, balbuciando:
- Garotos... E fez um gesto negativo com a cabeça.
Sebastian sentiu-se envergonhado e humilhado, o que mais queria na vida era sair daquele quarto e ir pra casa, mas a missão dada à puta ainda não estava cumprida, ela pediu para o menino se sentar na beira da cama, segurou uma das pequenas mãos e levou aos seus seios, e a outra ela juntou dois dedinhos e enfiou, na sua buceta úmida, ele sentiu nojo, tentou resistir, em vão, ela deu um empurrão, fazendo-o deitar na cama com violência, ele se assustou, bateu com a cabeça na cabeceira da cama, e nem teve tempo de se queixar, a puta subiu em cima dele e começou a esfregar seu pintinho nela e parecia estar gostando, ela gemia e soltava uns gritinhos. Ele sentiu nojo e tesão, o medo e a vergonha foram seus companheiros durante todo o tempo, contudo a puta o fez homem quando ele gozou pela segunda vez.
- Agora você pode se vestir!
Sentiu-se muito aliviado por um momento, pois achou que aquilo tudo estava para terminar, porém a ideia de ter que voltar ao salão e encarar o pai e os irmãos que certamente sabiam o que havia acontecido naquele quarto, era realmente aterrador!
Ele nunca conseguiu dissociar o prazer do medo!
Sebastian adormece, tentando fazer a voz calar.
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Bruna Moraes Goudard



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MensagemAssunto: Re: Sebastian    Qui Set 25, 2014 10:43 am

É muito real... só vi um erro, que passou despercebido por ter a mesma entonação! Parabéns!!!
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DARA METZLI



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MensagemAssunto: Re: Sebastian    Qui Set 25, 2014 11:08 am

Ah achei ótimo o final, acredito nesse trauma, meu ex chefe já disse várias vezes que quando o filho dele fizesse dez anos levarar ele para o puteiro, para ele isso é uma coisa boa aiai! Gostei da última frase que refletiu sobre todo texto...

Não sou muito fã dessa narrativa descritiva acho que não me excitar a continuar a leitura, quando ele colocou a máscara sábia que ia aprontar... gostei do jeito agressivo dele depois que se revela...apenas estranhei uma coisa, que eles conversam e parecem ser conhecer a anos, isso me incomodou porque fiquei curiosa para saber se o que ele falou para ela era mentira ou não...

(Que comentário confuso da porra Dara)

Parabéns Estela...
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Estela Goldenstein

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MensagemAssunto: Re: Sebastian    Qui Set 25, 2014 11:57 am

Obrigada meninas!

Era tudo mentira Darinha, ele mentiu todo o tempo, como todo bom psicopata rs
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Patricia Souza
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MensagemAssunto: Re: Sebastian    Qui Set 25, 2014 12:42 pm

Que conto foda! Pqp! Tô com pena do Sebastian, coitado. Sad

Ele é um dodói até que bonzinho comparado aos outros deste mês. Deixou a moça viva e "livre" pra ir pelo menos. Ela provavelmente vai atrás de um psicólogo depois, ou ficar doida de vez, quem sabe, mas nem de longe sofreu oq as outras (dos outros contos) sofreram. Só depende dela pra sair dessa na boa, acho.

Acho que faltou aí uma revisão mais atenciosa, mas nada que gritasse muito.

Bjus até mes que vem. Wink

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Estela Goldenstein

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MensagemAssunto: Re: Sebastian    Qui Set 25, 2014 12:56 pm

Pat, terminei de escrever ontem 1 da manhã, revisei correndinho hj pra poder postar em tempo (boa brasileira) achei mesmo que ia passar algum erre despercebido! Eles se encondem de mim! ainda bem que temos a equipe de revisão Wink

Na mente doente dele, estava dando prazer pra garota, não queria machucá-la rs
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Tammy Marinho

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MensagemAssunto: Re: Sebastian    Sex Set 26, 2014 9:25 am

.


Última edição por Tammy Marinho em Sab Set 27, 2014 12:09 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Sebastian    Sex Set 26, 2014 9:29 am

Eu gostei da premissa, do enredo.
Mas achei tudo muito muito muito corrido mesmo.

Embora ele tenha formado um enredo, eu sinto ele mais como um apanhado de idéias que foram passadas pro papel sem muita preocupação.
E essa sensação como já na descrição do Sebastian.
Tu podia ter construído a aparência dele, e ou, quem ele era no decorrer do conto.

Pra mim faltou algo palpável nas personagens e no drama de Sebastian.
Eu compreendo a situação difícil, eu imagino o sentimento... Mas não o sinto!

No vemos mês que vem =)
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Indy J

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MensagemAssunto: Re: Sebastian    Sex Set 26, 2014 12:26 pm

Concordando com a Tammy e com a Pati. Ficou um emaranhado de coisas que não dava pra discernir muito corretamente, os fatos iam acontecendo mais rápido do que nossa cabeça consegue processar ludicamente. Excesso de vírgulas é tão ruim quanto falta.
Todos os problemas do texto, ao meu ver, se baseiam nisto: excesso e correria. Tenta escrever mais calmamente, deixar seus personagens respirarem nos espaços deles.

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Ademar Ribeiro

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MensagemAssunto: Re: Sebastian    Ter Out 07, 2014 5:53 am

Olá. Gostei desta continuação.

Embora precise da revisão e de uma pausa para mudança de cenários, já falaram antes, é tudo muito rápido. Precisa ao menos uma pequena introdução em cada cenário! É isso. Parabéns.

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Espero que leia os outros textos e deixe sua impressão. Te espero mês que vem. Sem mais!
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Daniel Vianna



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MensagemAssunto: Re: Sebastian    Ter Out 14, 2014 6:26 pm

Olá, Estela. Em primeiro lugar, gostei da ideia. Achei, no entanto, que pecaste na exposição. Realmente gostei do texto de outra colega daqui do grupo 'A primeira vez de Madeleine'. Ora, por que razão o estou mencionando? É que acho que a mesma estrutura que ela utilizou faria muito bem para seu texto. Você se utilizou de um flashback da história de Sebastian, no final, com o condão de explicar o comportamento de Sebastian, e foi exatamente isso o que conseguiu dar para o texto, um tom de explicação. No texto acima mencionado, a autora se utilizou de sequência paralela, o que, em minha humilde opinião, faria muito bem ao seu. Como assim? Escrever as duas histórias simultaneamente, como se as duas ações se dessem ao mesmo tempo. Escrever uma cena da festa em que está Sebastian e, paralelamente, outra que mostra o garoto no puteiro. Poderia até fazer segredo sobre a identidade do garoto (bom exercício, utilizar-se de artifícios para tal), para revelar só no final que era ele aquele garoto. O que achas? Mas a ideia é boa. Bom trabalho e aquele abraço.
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Estela Goldenstein

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MensagemAssunto: Re: Sebastian    Qua Out 15, 2014 10:33 pm

Oi Daniel, eu tbm curti o conto da Pat, ela arrasou, eu adorei a sua dica! Não sei se serei capaz de fazer isso, mas juro q vou tentar!
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Patricia Souza
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MensagemAssunto: Re: Sebastian    Seg Out 20, 2014 11:58 pm

Nossa, tem babação de ovo do meu conto nos comentários do conto da Estela? :O

Estela, vou agradecer o comentário do amiguinho, mas eu acho que vc tem que ser fiel ao teu estilo, sabe? É bacana a gente aqui trocar experiências, pegar emprestado trejeitos um dos outros e tudo mais, afinal é pra isso que estamos aqui! Só que temos que saber separar também, né? Vamos tentar pegar o que é melhor uns dos outros, mas sem perder a nossa essência. Não sei se eu interpretei mal o colega, se o fiz, me perdoe, mas não acho que você tenha que copiar a mim ou a qualquer outro aqui. (mais saiba que se fizer estarei tremendamente lisonjeada! Very Happy)

E obrigada aí de novo pelo elogio! O/
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